MELOTECA SÍTIO DE MÚSICAS E ARTES
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Música no Jardim de Infância

MÚSICA PARA A INFÂNCIA

ÁREA DE FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL

Área de Formação Pessoal e Social – considerada como área transversal pois embora tendo conteúdos próprios, se insere em todo o trabalho educativo realizado no jardim de infância. Esta área incide no desenvolvimento de atitudes, disposições e valores, que permitam às crianças continuar a aprender com sucesso e a tornarem-se cidadãos autónomos, conscientes e solidários. (Orientações curriculares para a Educação Pré-Escolar. Lisboa: DGE 2016, p. 6)

Olá, bom dia

Olá, bom dia!
Olá, meu amigo.
Vamos lá cantar,
depois vou brincar contigo!

Contribui para a tomada de consciência de si, promove o respeito pelo outro, fomenta a capacidade de escuta.

 

Forte é o teu abraço

1. Forte é o teu abraço,
meigo é o teu sorriso,
ter-te ao meu lado, ó mãe,
é tudo o que eu preciso.

2. Forte é o teu abraço,
meigo é o teu sorriso.
Ter-te ao meu lado, ó mãe,
é tudo o que eu preciso.

3. Forte é o teu abraço,
meigo é o teu sorriso.
Ter-te ao meu lado, avô,
é tudo o que eu preciso.

4. Forte é o teu abraço,
meigo é o teu sorriso.
Ter-te ao meu lado, avó,
é tudo o que eu preciso.

António José Ferreira

Contribui para o desenvolvimento da capacidade de comunicação verbal e não verbal. Fomenta o respeito pelo outro.

 

O meu avô

1. O meu avô
gosta de brincar. (bis)
Dá-me um beijo e um livro,
leva-me a jogar. (bis)

2. A minha avó
gosta de brincar. (bis)
Dá-me um beijo,
dá-me bolo
p'ra me alimentar. (bis)

Mel. trad. Macedónia / Texto António José Ferreira

Contribui para o desenvolvimento da capacidade de comunicação verbal e não verbal, promove a expressão corporal

TOPO
Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar 2016
TOPO

ÁREA DE EXPRESSÃO E COMUNICAÇÃO

Área de Expressão e Comunicação – entendida como área básica, uma vez que engloba diferentes formas de linguagem que são indispensáveis para a criança interagir com os outros, dar sentido e representar o mundo que a rodeia. Sendo a única área que comporta diferentes domínios, é precedida de uma introdução que fundamenta a inclusão e articulação desses domínios. (OCEPE, 6)

Diz-me, Gonçalo

Diz-me, Gonçalo:
tu tens um cavalo?

Diz-me, Ana Rita:
tens uma fita?

Diz-me, André:
tens um boné?

Diz-me, João:
tens um balão?

Diz-me, Leonor:
tens uma flor?

Diz-me, Catarina:
tens uma tina?

Diz-me, Mariana:
tens uma banana?

Diz-me, Beatriz:
tens um almofariz?

Diz-me, ó Mónica:
tens uma harmónica?

Diz-me, Miguel:
tens um papel?

Diz-me, Margarida:
tens uma bebida?

Diz-me, ó Marisa:
tens uma pizza?

Diz-me, ó Maria:
tens uma fatia?

Os jogos que envolvem o nome da criança, percussão num instrumento, palmas, rima, humor, favorecem a socialização e conhecimento das crianças.

 

Á á á

1. Á á á, á á á,
diz o pato: quá quá quá. (bis)

2. É é é, é é é,
diz a ovelha: mé mé mé. (bis)

3. I i i, i i i,
diz o grilo: gri gri gri. (bis)

4. Ó ó ó, ó ó ó,
diz o galo: có cró có. (bis)

5. Ú ú ú, ú ú ú,
diz a vaca: mú mú mú. (bis)

 

Funga aláfia

Contribui para o desenvolvimento da linguagem verbal e não verbal.

1. Funga aláfia, ashe, ashe,
funga aláfia, ashe, ashe.

2. Em ti eu penso,
contigo eu falo,
de ti eu gosto,
somos amigos.

 

Tenho um coelhinho

1. Tenho um coelhinho
de pelo cinzento.
Faz o que lhe peço
e não é birrento.

2. Tenho um cãozinho
chamado Loló.
Faz a sua cama,
limpa sempre o pó.

3. Tenho uma vaca
chamada corneta.
Fez há pouco um ano,
já não quer chupeta.

4. Tenho um macaco
que coça a barriga.
Não sei que lhe faça,
não sei que lhe diga.

António José Ferreira

Havia um pastorinho

1. Havia um pastorinho
que andava a pastorear.
Saíu de sua casa
e pôs-se a cantar:

Refrão:
Dó ré mi fá, fá fá,
dó ré do ré, ré ré,
dó sol fá mi, mi mi,
dó ré mi fá, fá fá.

2. Chegando ao palácio,
a raínha lhe falou:
alegre pastorinho,
o seu canto me agradou:

 

Dlim-dlão, dlim-dlim-dlão!

Dlim-dlão, dlim-dlim-dlão!
Vai casar o João Ratão,
os dois sinos tocarão!

Dlim-dlão, dlim-dlim-dlão!
Toca, toca, sacristão,
toca, toca o carrilhão!

Dlim-dlão, dlim-dlim-dlão!
Vai casar o João Ratão,
no dia de São João.

 

Um dia, o Senhor Lobo

1. Um dia, o Senhor Lobo
que andava a passear,
avistou o Capuchinho
e foi logo perguntar:

2. - Aonde vais, ó menina,
com essa linda cestinha?
- Vou levar um bolo e mel
à minha rica avozinha.

3. Mais depressa foi o lobo
à casa da avozinha
enquanto ia praticando
falar com voz de netinha.

(Alguém bate à porta)

4. - Quem está a bater à porta?
- É a tua qu'rida netinha.
- Ai meu Deus, é o lobo mau.
- Não te como, avozinha.

(Entretanto, o Capuchinho Vermelho chega a casa da avó e vai ter com ela. )

5. - Que grandes são os teus olhos!
- São para te observar!
- Que grande é o teu nariz!
- É p'ra melhor te cheirar!

6. - Que fofas as tuas mãos!
- São p'ra melhor te tocar!
- Que grande é a tua boca!
- É p'ra melhor te beijar!

António José Ferreira

TOPO

DOMÍNIO DA EDUCAÇÃO MOTORA

– Domínio da Educação Motora – constitui uma abordagem específica de desenvolvimento de capacidades motoras, em que as crianças terão oportunidade de tomar consciência do seu corpo na relação com os outros e com diversos espaços e materiais. (OCEPE, 6)

A correr, a saltar

1. A correr, a saltar, os patinhos vão nadar.

2. A saltar, a correr, os patinhos vão beber.

3. A voar, a voar, as pombinhas vão no ar.

Melodia popular francesa

A Educação Motora, no jardim de infância, deverá proporcionar experiências e oportunidades desafiantes e diversificadas, em que a criança aprende: a conhecer e a usar melhor o seu corpo, criando uma imagem favorável de si mesma; a participar em formas de cooperação e competição saudável; a seguir regras para agir em conjunto; a organizar-se para atingir um fim comum, percebendo que pode ganhar ou perder, aceitando e ultrapassando os insucessos. (OCEPE, 48)

Mexe a tóla

1. Mexe a tóla, sente o ritmo, sente o som,
mexe a tóla, já vais ver como é tão bom.
Mexe a tóla, sente o ritmo, sente o som,
sente o ritmo que é tão bom.

2. Mexe os ombros...

3. Bate as palmas...

4. Dá estalinhos...

5. Bate o pé...

Tweenies

Contribui para o desenvolvimento de competências motoras.

 

Traz, traz

(I) Traz-traz, p'ra aquecer,
(II) bate palminhas, bate palminhas!
Traz-traz, que bem que faz,
bate palminhas, traz-traz-traz!

Cânone

E. Willems / Texto de M.C. Diogo

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DOMÍNIO DA EDUCAÇÃO ARTÍSTICA

– Domínio da Educação Artística – engloba as possibilidades de a criança utilizar diferentes manifestações artísticas para se exprimir, comunicar, representar e compreender o mundo. A especificidade de diferentes linguagens artísticas corresponde à introdução de subdomínios que incluem artes visuais, dramatização, música, dança. (OCEPE, 6)

TOPO

DOMÍNIO DA LINGUAGEM

– Domínio da Linguagem Oral e Abordagem à Escrita – o desenvolvimento da linguagem oral é fundamental na educação pré- escolar como instrumento de expressão e comunicação que a criança vai progressivamente ampliando e dominando nesta etapa do seu processo educativo. Importa ainda facilitar a emergência da linguagem escrita, através do contacto e uso da leitura e da escrita em situações reais e funcionais associadas ao quotidiano da criança. (OCEPE, 6)

Gosto muito de cantar

1. Gosto muito de cantar,
quando estás a tocar.
Gosto muito de cantar e tocar.

Vamos tocar bombo,
vamos tocar pratos,
caixa,
guizos...
Como é bom tocar, tocar!

Mel. trad. checa / António José Ferreira

TOPO

DOMÍNIO DA MATEMÁTICA

– Domínio da Matemática – tendo a matemática um papel essencial na estruturação do pensamento, e dada a sua importância para a vida do dia a dia e para as aprendizagens futuras, o acesso a esta linguagem é fundamental para a criança dar sentido, conhecer e representar o mundo. (OCEPE 2016, p. 6)

O desenvolvimento de noções matemáticas inicia-se muito precocemente e, na educação pré-escolar, é necessário dar continuidade a estas aquisições e apoiar a criança no seu desejo de aprender. Esse apoio deverá corresponder a uma diversidade e multiplicidade de oportunidades educativas, que constituam uma base afetiva e cognitiva sólida da aprendizagem da matemática. Sabe-se que os conceitos matemáticos adquiridos nos primeiros anos vão influenciar positivamente as aprendizagens posteriores e que é nestas idades que a educação matemática pode ter o seu maior impacto. (OCEPE, 77)

As crianças discriminam quantidades desde muito cedo e parecem também ter um sentido aritmético precoce que é evidente quando, por exemplo, têm a ideia de que, quando se junta mais um elemento, a quantidade resultante fica maior. Muitas vezes as crianças aprendem a recitar a sequência dos números, sem, no entanto, terem o sentido de número. É através de experiências diversificadas que as crianças vão desenvolvendo o sentido de número, que diz respeito à compreensão global e flexível dos números, das operações e das suas relações. (OCEPE, 79)

Nesta fase, as crianças começam também a seriar, fazendo comparações entre pares, recorrendo a diferentes atributos dos objetos, como, por exemplo: quantidade (mais, igual, menos), altura (alto, médio, baixo), tamanho (grande, pequeno), espessura (grosso, fino), luminosidade (claro, escuro), velocidade (rápido, lento), duração (muito tempo, pouco tempo), altura do som (grave, agudo), intensidade do som (forte, fraco). Progressivamente, vão complexificando as seriações, incluindo cada vez mais objetos, que permitem a ordenação de gradações múltiplas (pequeno, médio, grande, o maior, etc.) ou a identificação de padrões (quadrado-círculo - quadrado-círculo…). (OCEPE, 78)

Para a frente, assim

Contribui para a definição de lateralidade. Desenvolve a linguagem verbal e não verbal.

1. Para a frente, assim,
para trás depois. (bis)
Vamos para a frente,
para trás depois. (2v)

2. Para cima assim,
p'ra baixo depois.
Vamos para cima,
p'ra baixo depois.

3. P'rà direita assim,
p'rà esquerda depois. (bis)
Vamos p'rà direita,
p'ra a 'squerda depois. (2v)

4. Para dentro assim,
p'ra fora depois. (bis)
Para dentro assim,
e p'ra fora depois. (2v)

Mel. trad. Suécia / Texto de António José Ferreira

 

A construção de noções matemáticas, em particular o que se designa por pensamento espacial, fundamenta-se na vivência do espaço e do tempo, tendo como ponto de partida as atividades espontâneas e lúdicas das crianças. É a partir da consciência da sua posição e deslocação no espaço, bem como da relação e manipulação de objetos que ocupam um espaço, que a criança pode aprender o que está “longe” e “perto”, “dentro”, “fora” e “entre”, “aberto” e “fechado”, “em cima” e “em baixo”. (OCEPE, 82)

Numa roda com outras crianças, identifica posições relativas (Quem está “ao lado”, “em frente”, “atrás”, “dois lugares à direita”, “entre a Maria e o Manuel”, etc.). (OCEPE, 84)

 

Para a frente e para trás

Para a frente e para trás,
meia volta, volta aqui.
P'rà direita, para a esquerda,
uma volta, volta aqui.

Contribui para a definição de lateralidade. Desenvolve a linguagem verbal e não verbal.

 

Carro

Carro

 

Um dois três quatro cinco

Um dois três quatro cinco,
são os dedos da mão
. (bis)

O dedo mínimo,
o anelar,
o dedo médio,
o indicador
e o polegar.

António José Ferreira

Contribui para o desenvolvimento da compreensão do número / quantidade.

TOPO

ÁREA DO CONHECIMENTO DO MUNDO

Área do Conhecimento do Mundo – é uma área integradora de diferentes saberes, onde se procura que a criança adote uma atitude de questionamento e de procura organizada do saber, própria da metodologia científica, de modo a promover uma melhor compreensão do mundo físico, social e tecnológico que a rodeia. (OCEPE 2016, p. 7)

 

Guarda o gado o pastor

1. Guarda o gado o pastor,
lavra a terra o lavrador.
O moleiro mói o grão,
o padeiro faz o pão.

Faz a roupa a costureira
e a comida a cozinheira.
Vai à pesca o pescador,
pinta quadros o pintor.

Mel. trad. País de Gales / Texto António José Ferreira

 

Meu amigo Outono

Meu amigo Outono
trouxe-me à escola.
Deu-me uma bonita sacola
e pôs lá um livro
e uma bola.

António José Ferreira

Contribui para o desenvolvimento da capacidade de compreensão e utilização dos pronomes pessoais e adjectivos.

Tomar consciência da sua identidade e pertença a diferentes grupos do meio social próximo (ex. família, jardim de infância, amigos, vizinhança). OCEPE, 98

 

Sol de Outono

1. Sol de Outono, Outono, Outono,
sol doirado, doirado, doirado,
folhas que caem, caem, caem,
leva-as o vento, o vento, o vento.

2. Lá vão tantas, tantas, tantas,
p'ra tão longe, longe, longe
dizendo adeus, adeus, adeus,
ao sol do Verão, do Verão, do Verão.

Luiza da Gama Santos

Contribui para o desenvolvimento da capacidade de comunicação verbal e não verbal.

 

Vem, vem ouvir no monte

1. Vem, vem ouvir no monte
ramos a estalar. (bis)
Vem ouvir as folhas a mexer
e o vento a soprar. (bis)

Mel. trad. Bulgária / Texto António José Ferreira

Contribui para o desenvolvimento da capacidade de comunicação verbal e não verbal.

 

Feliz Natal

1. Feliz Natal,
bom Ano Novo,
presentes para partilhar.

A melhor prenda é a alegria
que Jesus tem para nos dar.

2. Felizes festas,
família unida,
muitas histórias p'ra contar.

António José Ferreira

 

Logo que nasceu

1. Logo que nasceu,
Jesus acampou (bis)
e à luz das estrelas
uma voz soou,

um ah, ah, ah. (bis)

2. Maria, a Senhora,
seu Filho embalou (bis)
e à luz das estrelas
uma voz soou,

um ah, ah, ah. (bis)

 

O que levas ao Menino

1. O que levas ao Menino,
o que tens para Lhe dar? (2 v.)
Vou levar-Lhe um casaquinho
p'ra Jesus se agasalhar (2v)

2. O que levas ao Menino,
o que tens para Lhe dar? (2 v.)
Vou levar-Lhe um brinquedinho
p'ra Jesus poder brincar. (2 v.)

3. O que levas ao Menino,
o que tens para Lhe dar? (2 v.)
Vou levar-lhe uma bola
p'ra Jesus poder jogar. (2 v.)

4. O que levas ao Menino,
o que tens para Lhe dar? (2 v.)
Vou levar-lhe uma viola
p'ra Jesus poder tocar. (2 v.)

5. O que levas ao Menino,
o que tens para Lhe dar? (2v)
Vou levar-lhe um livrinho
p'ra Jesus poder 'studar. (2 v.)

6. O que levas ao Menino,
o que tens para Lhe dar? (2v)
Vou levar-lhe o coração
p'ra Jesus nele morar. (2 v.)

António José Ferreira

 

Um dia, um pastorinho

1. Um dia, um pastorinho,
um dia, um pastorinho,
guiava as ovelhas
tocando pifarinho. (bis)

2. No céu viu um sinal,
no céu viu um sinal:
um anjo anunciava
o dia de Natal.

3. Que lindo era o Bébé,
que lindo era o Bebé
no colo de Maria
sorrindo p'ra José. (bis)

4. Então o pastorinho,
então o pastorinho
chegou-se ao Bébé
e deu-lhe um beijinho. (bis)

António José Ferreira

 

Para quem são as janeiras

1. Para quem são as janeiras?
Para quem é a canção? (bis)
Para a nossa educadora
que temos no coração! (bis)

2. (...) É para as auxiliares
que temos no coração! (bis)

3. (...) Para todos os amigos
que temos no coração! (bis)

4. (...) Para os pais e os avós
que temos no coração! (bis)

António José Ferreira

 

Cai neve

Cai neve, cai neve,
cai neve no jardim.
Branquinha cobre o chão,
e então
tudo é branquinho assim!

E. Willems

 

Cai a neve e vem o frio

1. Cai a neve e vem o frio
pr'a as pessoas ajuntar. (bis)
Sons de guizos, sons de sinos:
É o Natal que está a chegar.
Sons de risos de meninos:
é o Natal que está a chegar.

Mel. trad. Ásia Central / Texto António José Ferreira

 

No Inverno

1. No Inverno, o vento a soprar
e as árvores a abanar.

Trá-lá-lá-lá-lá-lá-lá,
vento a soprar.
Trá-lá-lá-lá-lá-lá-lá,
árvores a abanar.

2. No Inverno, o vento a soprar
e as folhas a abanar.

Trá-lá-lá-lá-lá-lá-lá,
vento a soprar.
Trá-lá-lá-lá-lá-lá-lá,
folhas a abanar.

António José Ferreira

 

No Inverno cai a chuva

No Inverno cai a chuva
e outras vezes um nevão.
Muitas folhas já cairam,
outras folhas voltarão.

Mel. trad. Perú / Texto António José Ferreira

 

CARNAVAL

O Senhor Entrudo

1. O Senhor Entrudo,
por ser comilão,
ficou barrigudo
como um melão. (bis)

2. Faço palhaçadas
pelo Carnaval:
Se são engraçadas,
ninguém leva a mal. (bis)

António José Ferreira

O Cacá é um palhaço

1. O Cacá é um palhaço,
gosta de tocar viola.
É o nosso amigalhaço
e até joga bem à bola.

2. O Cacá é divertido
e alguns dizem que é pateta:
o que ele anda é distraído
com a nova bicicleta.

3. O palhaço foi ao circo,
depois foi ao Carnaval.
Gosta de fazer partidas
mas ninguém lhe leva a mal.

António José Ferreira

 

Três palhacinhos

1. Três palhacinhos
cantando lá vão
pela estrada fora
até ao portão.

Batem à porta,
não podem entrar.
Sai de lá um cão
e põe-se a ladrar.

Au au faz o pato,
miau faz o gato,
piu piu o pardal,
quá quá faz o pato.

Os três palhacinhos
não querem fazer mal,
só querem entrar
pois é Carnaval.

Popular

Máscara

Voltou a Primavera

1. Volltou a Primavera
com prendas p'ra me dar:
um campo de papoilas
e um cuco a chamar.

Refrão:
Cucu, cucu,
adoro escutar
o cuco entre os ramos
no monte a cantar
.

Texto de António José Ferreira

 

Adoro a Primavera

Adoro a Primavera. (4)

1. Cheiro as flores,
levo-as à mamã,
cheiro as flores,
levo-as ao papá. (2 v)

Adoro a Primavera. (4)

2. Sou coelho
no campo a saltar,
sou coelho
no campo a brincar.

António José Ferreira

 

Primavera, como eu gosto

Primavera, como eu gosto
que me tragas andorinhas.

a voar
e cuidar
de fazer um novo lar. (2v)

Primavera, como eu gosto
que me tragas tantas flores

p'ra cheirar,
para dar
e os amigos alegrar. (2v)

 

Coelhinho da Páscoa

1. - Coelhinho da Páscoa,
que tens para me dar?
- Tenho um ovo, dois ovos,
e mais um p'ra pintar.

Mel. trad. Áustria / Texto António José Ferreira

Contribui para o progressivo desenvolvimento da capacidade de compreensão do número / quantidade.

 

Dlim dlim

1. Dlim, dlim, dlim, dlim,
toca o sino Serafim. (2v)

2. Dlim, Dlão, Dlim, dlão,
Toca o sino Conceição. (2v)

António José Ferreira

Contribui para a identificação de sons diferentes (sino pequenino, sino grande). Promove a capacidade de produzir diferentes sons.

 

Coelhinho novo

Coelhinho novo,
se és meu amigo,
traz um lindo ovo
p'ra brincar comigo.

Dlim dlim dlim dlim dlim dlim dlão,
toca o sino sacristão. (bis)

Contribui para o desenvolvimento da linguagem verbal e não verbal.

 

Sáo João, és tão bonzinho

1. São João és tão bonzinho
que me deste um martelinho. (2v)

São João, São João,
traz-me só mais um balão. (2v)

2. São João és tão amigo
que até vens brincar comigo.

António José Ferreira

Compreender e identificar as características distintivas dos seres vivos e identificar diferenças e semelhanças entre: animais e plantas. (OCEPE, 98)

 

 

De olhos vermelhos

1. De olhos vermelhos,
de pêlo branquinho,
dou saltos bem altos,
eu sou o coelhinho.

2. Comi uma cenoura,
comi casca e tudo!
Ai ela era tão grande
que eu fiquei barrigudo.

3. Dou saltos p'rà frente,
dou saltos p'ra trás.
Eu sou o coelhinho
que de tudo é capaz.

 

Dó ré mi fá sol

1. Dó ré mi fá sol,
olha o caracol,
dó ré mi fá sol,
deitadinho ao sol.

2. Dó ré mi fá sol,
canta o rouxinol,
dó ré mi fá sol,
quando brilha o sol.

3. Dó ré mi fá sol,
vira o girassol,
dó ré mi fá sol,
quando vira o sol.

 

Havia um elefante

1. Havia um elefante
que andava numa floresta sem fim.
Havia um elefante:
tinha uma tromba assim, assim.
Tinha uma tromba assim.

2. Havia um crocodilo
na água turva do rio sem fim.
Havia um crocodilo:
tinha uma boca assim, assim.
Tinha uma boca assim.

3. Havia uma girafa.
Comia folhas e não o capim.
Havia uma girafa.
Tinha um pescoço assim, assim.
Tinha um pescoço assim.

 

Lá vai uma, lá vão duas

1. Lá vai uma, lá vão duas,
três pombinhas a voar.
Uma é minha, outra é tua,
outra é de quem a apanhar.

Estando as crianças sentadas à volta de uma mesa ou no chão, em círculo, uma delas passa uma maraca ao colega da direita, sem perder a pulsação, e assim sucessivamente.

 

O mar tem peixes grandes

1. O mar tem peixes grandes:
como é grande o mar! (2x)

2. O mar tem pequeninos:
como é bom o mar. (2x)

3. O mar tem estrelinhas:
como é lindo o mar. (2x)

António José Ferreira

Contribui para o desenvolvimento da capacidade de comunicação verbal e não verbal, promove a expressão corporal

 

Piu piu, diz o pinto

Piu, piu, diz o pinto
de fato amarelo.
Piu, piu, 'stá contente
a comer farelo.

Piu piu, diz o pinto,
na horta a cantar.
Piu piu, diz o pinto,
sempre a debicar.

António José Ferreira

 

Quando vou p'rò campo

1. Quando vou p'rò campo,
gosto de brincar,
mas gosto mais de ouvir
o cuco a cantar!

Cu-cu, cu-cu!
Onde estará metido?
Cu-cu, cucu!
Mas que grande atrevido!

Vitória Reis

 

Que tens cangurú

1. - Que tens, cangurú,
nessa linda bolsinha.
- Eu levo o meu filho
p'rà sua escolinha.

2. - Diz lá, cangurú:
vais de carro ou a pé?
- Eu vou aos saltinhos
com o meu bebé.

António José Ferreira

 

Tenho na quinta

Tenho na quinta um perú,
glu glu glu, glu glu glu.
Tenho na quinta um perú
e diz: glu glu glu glu.

Tenho na quinta um garnizé,
qué-qué-ré, qué-qué-ré.
Tenho na quinta um garnizé
e diz: qué-qué-ré-qué.

Tenho em casa um lindo cão,
ão ão ão, ão ão ão.
Tenho em casa um lindo cão
e diz: ão ão ão ão.

António José Ferreira

 

Uma quinta quero ter

Uma quinta quero ter,
com estábulo e pomar,
porcos, vacas e cavalos,
patos, cabras e ovelhas,
e galinhas a cantar,
uma quinta de sonhar.

Mel. trad. Dinamarca / Texto António José Ferreira

Contribui para o desenvolvimento da capacidade de comunicação verbal e não verbal, promove a expressão corporal

 

Zum, zum, zum! E poisa na flor

1. Zum, zum, zum!
E poisa na flor!
Zumbe, zumbe, é a abelhinha.
Faz o mel, leva à raínha.
Zum, zum, zum!
E poisa na flor.

Texto de Olga Violante

TOPO

DIA-A-DIA

Um copo com água

1. Um copo com água,
uma escova e pasta:
p'ra lavar os dentes
é o que me basta.

2. Esfrego, esfrego, esfrego,
muito esfregadinho:
Com os dentes lavados,
que rico cheirinho.

Contribui para o desenvolvimento da autonomia (higiene)

TOPO

Come a papa

Come a papa, Joana, come a papa
Come a papa, Joana, come a papa,
Joana, come a papa
.

1. Um, dois, três,
uma colher de cada vez.
Quatro, cinco, seis,
era uma história de reis,
e uma colher de papa.

2. Sete, oito, nove,
ainda nada se resolve.
Dez, onze, doze,
à espera que mosca pouse
e uma colher de papa.

3. Treze, catorze e meia,
a coisa não esta tão feia.
Dezasseis, dezassete,
mais um pingo na babete
e uma colher de papa.

José Barata Moura

Contribui para o desenvolvimento da autonomia (alimentação)

Prato

Prato

TOPO

INSTRUMENTOS

Zim zim zim, o violino

1. Zim-zim-zim, o violino,
pás-trás-pás, a pandeireta,
tum-tum-tum, é o tambor.
Pá, pá-rá-bá-pá-pá, faz a corneta!

Mel. trad. italiana

Contribui para o desenvolvimento de competências motoras. Desenvolve a capacidade de comunicação verbal e não verbal.

Embora muitas das aprendizagens das crianças aconteçam de forma espontânea, nos diversos ambientes sociais em que vivem, num contexto de educação de infância existe uma intencionalidade educativa, que se concretiza através da disponibilização de um ambiente culturalmente rico e estimulante e do desenvolvimento de um processo pedagógico coerente e consistente, em que as diferentes experiências e oportunidades de aprendizagem têm sentido e ligação entre si. (OCEPE, 10)

TOPO

Crianças tocando instrumentos

TOPO
TOPO

Béu béu, vai ao céu,
vai buscar o meu chapéu.

Chapéu

Chapéu

TOPO

TOPO
ÍndiceInd. AmostraAms. Animação e música
ÍndiceInd. AmostraAms. Bichinho da Música
ÍndiceInd. AmostraAms. Canta o Jardim
ÍndiceInd. AmostraAms. Jardim da Música
ÍndiceInd. AmostraAms. Música no Jardim
ÍndiceInd. AmostraAms. Percussão no Jardim
TOPO
ColorirCol. AmostraAms. Cores de Natal
ColorirCol. AmostraAms. Dança animada
ColorirCol. AmostraAms. Desenhos animados
ColorirCol. AmostraAms. Desporto animado
ColorirCol. AmostraAms. Festas animadas
ColorirCol. AmostraAms. Natal animado
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