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Dança em Portugal

COREÓGRAFOS EM PORTUGAL

ANA RITA BARATA
Ana Rita Barata

Ana Rita Barata nasceu em Paris, em 1972. Fez a sua formação na Escola de Dança do Conservatório Nacional e no European Dance Development Centre em Arnhem, Holanda nas áreas de Improvisação, Awareness, Body-Mind-Center, Movimento Complexo, Contact/Improvisation e Vídeo. Estudou o método Asthanga Vinyasa Yoga na Europa com vários mestres. Destaca alguns coreógrafos com quem trabalhou: Paulo Ribeiro, João Fiadeiro, Jean Paul Bucchieiri, Yoshiko Chuma, Carolyn Carlson, Wim Vandekeybus, Benoit La Chambre, Steve Paxton, Eva Karczag, Peter Hulton, Laurie Booth, Georges Appaix, Jos Houben, Daniel Lepkoof e Samuel Louwick / Alain Platel.

Desde 1994, como coreógrafa e directora artística, desenvolve vários espectáculos transdisciplinares com Pedro Sena Nunes numa relação directa com diversas comunidades com características especiais.

Exemplo é o projecto Cidade Nua, espectáculo transdisciplinar de música, dança, vídeo e literatura que reuniu em 2004, 20 não profissionais das artes e três cegos numa experiência cénica apresentada em 10 palcos nacionais; ou Ícaro, projecto em colaboração com a Casa da Música do Porto e Balleteatro protagonizado por pessoas com Paralisia Cerebral no âmbito do evento Ao Alcance de Todos. É co-criadora da CiM – Companhia Integrada Multidisciplinar, Companhia nascida em 2007 que integra intérpretes e bailarinos profissionais com e sem Paralisia Cerebral e que conta já com um repertório de 3 criações de palco, 2 performances e 1 espectáculo de rua. Orienta diversos workshops de dança inclusiva com comunidades multi-deficiência e socialmente excluídas.

É directora artística e programadora na Vo’Arte desde 1997, onde, em conjunto com Pedro Sena Nunes, programa diversos festivais, encontros e mostras anualmente. Cria em 2010 o InArte – Encontros Internacionais de Inclusão pela Arte, iniciativa inédita em Portugal onde seminários, espectáculos, workshops, masterclasses e mostras de vídeo concorrem para exibir exemplos em diversas áreas artísticas da relação do potencial agregador e inclusivo da arte.

09 junho 2013

YoutubeAna Rita Barata

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BRUNO LISTOPAD

Bruno Listopad iniciou a sua formação na Escola de Dança do Conservatório Nacional, em Lisboa prosseguiu-a no Curso de Qualificação de Bailarinos Forteca-ME e no Ginasiano Escola de Dança em Gaia, depois no Centro Internacional de Dança Rosella Hightower, em Cannes, e finalmente na Rotterdamse Dansacademie, em Roterdão. Como jovem coreógrafo em busca de uma nova gramática performativa e comunicativa que conjugasse experimentalmente diversas possibilidades expressivas multidisciplinares, criou "Gemini", "Le Petit Chaperon Rouge" - uma co-coreografia com Isabel Ariel estreada no Porto, e apresentada ainda em Lisboa e Biarritz - "Maria Alma, La Retirada del Gigante, Rapunzel" - Primeiro Prémio de Interpretação 'Prix Volinine 97', Paris, numa co-produção Stichting Dansateliers, Roterdão e Ministério da Cultura - IPAE, e apresentado em Portugal e na Holanda. Mais recentemente coreografou, para o Festival de Dança da Holanda, o dueto "Jesus Loves You", de seguida desenvolvido num espectáculo inteiro, "Jesus Loves You 2", com o apoio do já referido instituto do Ministério da Cultura e co-produzido pelo Serviço ACARTE da Fundação Calouste Gulbenkian e Dansateliers Rotterdam. Esta produção foi estreada por ocasião do encerramento dos Encontros Acarte 98, e apresentada no Porto, na Ucrânia, em Budapeste, em Londres durante o festival Aerowaves, numa extensa digressão pela Holanda, no Cadance Festival, no conceituado Nederlands Dance Dagen, vindo também a ser nomeada para o Lucas Hoving Produktieprjjs 1999.

A convite do Springdance 99 coreografou, em colaboração com Gunvor Karlsen, B()tween em homenagem a Nijinsky. Produzido pelo Lantaren Venster de Roterdão e subsidiado pelo IPAE do Ministério da Cultura, criou "Extrasensory" que será apresentado no festival lisboeta Danças na Cidade 99. Tem em preparação duas coreografias, ainda sem título, para duas companhias holandesas: Krisztina de Châtel Dansgroep em Amsterdão e Rotterdamse Dansgroep. O trabalho a criar esta temporada para o Ballet Gulbenkian será a sua primeira colaboração com a companhia.

01 Setembro 2000

YoutubeErva daninha

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NÉ BARROS

Né Barros nasceu no Porto, em 1963. É co-fundadora e membro da direcção do Balleteatro, estrutura onde tem desenvolvido grande parte da sua actividade como coreógrafa, intérprete e formadora. Iniciou a sua formação em dança clássica com Ruth Howner, em 1972. Em 1985, interrompe os seus estudos na Faculdade de Ciências do Porto para estudar dança no Smith College em Massachusets, Estados Unidos. De regresso ao Porto conclui o curso superior de teatro, na Escola Superior Artística, e em 1990 parte para Londres onde obtém um Master in Dance Studies no Laban Centre.

Nos finais dos anos oitenta inicia o seu trabalho como coreógrafa, mas é a partir de 1992 que o Balleteatro Companhia passa a apresentar regularmente os seus espectáculos dos quais destaca: "Do Princípio ao Fim(?)", sobre a Paixão Segundo S. Mateus de J. S. Bach (Claustros S. Bento da Vitória, 1994); "L. M. lady Macbeth" (Teatro Nacional S. João, 1996); "in limine" (Centro Cultural de Belém, 1997). Em 1998, apresentou "Adormecida", uma encomenda do Rivoli Teatro Municipal. Nestas produções contou com as colaborações de Roberto Neulichedl, Vera Castro, Jorge Levi, Nicola Lusuardi, Nuno Carinhas, Carlos Assis, Gabriela Vaz, Jorge Costa e Albuquerque Mendes.

Em Abril de 1999, Né Barros recebe o Prémio de Melhor Coreografia por "Passos em Branco", criado para a Companhia Nacional de Bailado no âmbito do Estúdio Coreográfico 99. Esta coreografia teve a música de Sérgio Azevedo e os figurinos de Ana Teresa Castelo. "Vooum" foi o trabalho que estreou em Outubro de 1999 no Teatro Rivoli no Porto e que contou com as colaborações de Alexandre Soares, Daniel Blaufuks, Carlos Assis e Maria João Sopa. Equipa esta que se manteve para o seu mais recente trabalho "No Fly Zone" estreado em Novembro de 2000. Entre diversas performances que realizou destaca a última em 1999 que surge a partir de um convite do artista Manuel Casimiro no âmbito da sua exposição "Sem Saída" na galeria André Viana. Em Abril de 2000 e a partir de uma proposta da actriz Emília Silvestre desenvolvem e apresentam no Balleteatro Auditório um trabalho sobre o feminino.

Como actriz trabalhou sobre textos de Albert Camus, Gil Vicente e Heiner Muller, em encenações de Roberto Merino, Ricardo Pais e João Paulo Seara Cardoso/ Isabel Barros, respectivamente. Colaborou em diversas produções do Teatro Nacional S. João em particular com o encenador Ricardo Pais nomeadamente, em "As Lições", "Linha Curva Linha Turva", "Arranha Céus". Estreou-se no cinema com o realizador Saguenail tendo sido protagonista em "Ma's Sin" (Grande Prémio e Prémio da Crítica Internacional do Festival da Figueira da Foz). Desde 1998, é professora convidada na Faculdade de Motricidade Humana de Lisboa.

YoutubeNo Fly Zone

20 Outubro 2000

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OLGA RORIZ

Olga Roriz é natural de Viana de Castelo. Com 8 anos iniciou em Lisboa os seus estudos de dança na Escola do Teatro Nacional de S. Carlos, com Ana Ivanova. Com 19 anos de idade completou o curso de Dança do Conservatório Nacional de Lisboa.

Em 1979 iniciou o seu percurso como coreógrafa tendo já criado mais de 90 peças entre dança, teatro ópera e cinema.

Em 1975 foi convidada a colaborar com o Ballet Gulbenkian, integrando o elenco em 1976, dirigido por Jorge Salavisa. Aí permaneceu até 1992 onde foi primeira bailarina e coreógrafa principal. Como intérprete trabalhou com vários coreógrafos; entre eles destacam-se Lar Lubovitch, Vasco Wallenkamp, Louis Falco, Cristopher Bruce, Jirí Kyliàn, Hans Van Manen, Alvin Nikolais e Karine Saporta. Olga Roriz iniciou o seu trabalho coreográfico nesta Companhia, para a qual criou mais de 20 obras, algumas das quais de reconhecido sucesso nacional e internacional, tanto pela crítica como pelo público.

02 Janeiro 2012

YoutubeBiografia pormenorizada

 

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PAULO RIBEIRO

Natural de Lisboa, Paulo Ribeiro, antes de se afirmar como coreógrafo, fez carreira como bailarino em várias companhias na Bélgica e na França. A sua estreia no domínio da criação coreográfica deu-se em 1984, em Paris, no âmbito da companhia Stridanse, da qual foi co-fundador, e que o levou à participação em diversos concursos naquela cidade, obtendo em 1984 o prémio de Humor e em 1985 o 2º prémio de Dança Contemporânea, ambos no Concurso Volinine. De regresso a Portugal em 1988, começa por colaborar com a Companhia de Dança de Lisboa e com o Ballet Gulbenkian, para os quais cria, respectivamente, ''Taquicárdia'' (Prémio Revelação do jornal ''Sete'' em 1988) e ''Ad Vitam''. Com o solo ''Modo de utilização'', interpretado por si próprio, representa Portugal no Festival Europália 91 em Bruxelas. A sua carreira de coreógrafo expande-se no plano internacional a partir de 1991, com a criação de obras para companhias de renome: Nederlands Dans Theater II (''Encantados de servi-lo'' e '' Waiting for Volupia''), Nederlands Dans Theater III (''New Age''); Ballet de Genève (''Une Histoire de Passion''); Centre Chorégraphique de Nevers, Bourgogne (''Le Cygne Renversé''). Para o Ballet Gulbenkian criará ainda: '' Inquilinos'', ''Quatro Árias de Ópera'' (em colaboração com Clara Andermatt, João Fiadeiro e Vera Mantero) e '' Comédia Off -1''. Entretanto, Paulo Ribeiro foi galardoado em 1994 com o Prémio Acarte/Maria Madalena de Azeredo Perdigão pela obra ''Dançar Cabo Verde'', encomenda de Lisboa 94 - Capital Europeia de Cultura, realizada conjuntamente com Clara Andermatt.

Em 1995 funda a Companhia Paulo Ribeiro, subsidiada pelo Ministério da Cultura, para a qual tem vindo regularmente a criar coreografias: ''Sábado 2'', ''Rumor de deuses'', ''Azul Esmeralda'', ''Memórias de Pedra - Tempo Caído'', ''Orock'', ''Ao Vivo'', '' Comédia Off - 2'' e ''Tristes Europeus-Jouisissez sans entraves''. O trabalho com a sua própria companhia permitiu-lhe desenvolver melhor a sua linguagem pessoal como coreógrafo. A obra ''Rumor de deuses'' foi distinguida em 1996 com os prémios de ''Circulação Nacional'' atribuído pelo Instituto Português do Bailado e da Dança, e ''Circulação Internacional'' atribuído pelo Centro Cultural de Courtrai, ambos inseridos no âmbito do concurso ''Mudanças 96''. Paulo Ribeiro tem recebido ainda vários outros prémios relevantes: ''Prix d'Auteur'' nos V Rencontres Chorégraphiques Internationales de Seine Saint-Denis, (França); ''New Coreography Award'' atribuído pelo Bonnie Bird Fund-Laban Centre (Grã-Bretanha), ''Prix d'Interpretation Collective'' atribuído pela ADAMI (França); Prémio Bordalo da Casa da Imprensa (2001). Em acumulação com o seu trabalho de coreógrafo, Paulo Ribeiro desempenhou entre 1998 e 2003 o cargo de Director Geral e de Programação do Teatro Viriato/CRAE (Centro Regional das Artes do Espectáculo das Beiras), que obteve em 1999 o Prémio Almada do Instituto Português das Artes do Espectáculo, pela actividade desenvolvida na área da Dança. Em Setembro de 2002 foi indigitado Director Artístico do Ballet Gulbenkian, cargo que assumiu no início de Setembro de 2003 até à sua extinção em 2005.

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RUI HORTA

Rui Horta nasceu em Lisboa, onde começou a dançar aos dezassete anos nos Cursos de Bailado do Ballet Gulbenkian, com Jorge Salavisa e Wanda Ribeiro da Silva, tendo posteriormente vivido vários anos em Nova Iorque onde terminou a sua formação em Dança. Entre 1984 e 87 fundou e dirigiu artisticamente a Companhia de Dança de Lisboa e, mais tarde, com o apoio do Serviço ACARTE da Fundação Gulbenkian, criou o seu próprio grupo com o qual efectuou as suas primeiras digressões pela Europa. Entre 1991 e 98 dirigiu artisticamente o SOAP Dance Theater Frankfurt tendo efectuado intensas tournées por todo o mundo, actuando em teatros como o Hebel Theater, em Berlim, Maison de la Dance, em Lyon, Théâtre de La Ville, em Paris, e The Joyce Theater, em Nova Iorque, e participando em eventos como o Festival Internacional de Tóquio e Kit-Copenhagen Capital Europeia da Cultura 96, entre muitos outros. Em Junho de 1992, Rui Horta ganhou o Grande Prémio dos ''Reencontres Chorégraphiques Internationales de Bagnolet'', bem como o ''Bony Bird Award''. Tem, também, criado obras para outras companhias tais como Transitions, Endança, New Carte Blanche, Ballet Cullberg, Ballet du Grand Théâtre de Genève, Tanzwerk (Ópera Nürnberg), Ballet da Ópera de Dortmund, Ballet do Theater am Gärtner Platz em Munique, Icelandic Ballet, Irish Dance Theatre, Ballet da Ópera de Linz, Ballet Nacional de Marselha, entre outras.

A convite do Goethe Institut realizou projectos coreográficos em Tóquio, Budapeste, Gent, Madrid e Moscovo. Em 1996, encenou a ópera Rake's Progress para a Ópera de Basileia, e no ano seguinte foi distinguido com o ''Deutscher Produzentenpreis für Choreographie'', um dos mais importantes prémios de criação atribuídos na Alemanha. Em 1999 criou uma nova obra para a sua própria companhia, residente no Teatro Muffathalle em Munique e outra para o Nederlands Dans Theater II. Na Temporada 2000-2001, Rui Horta regressou a Portugal, onde estabeleceu um Centro Coreográfico em Montemor-o-Novo, sendo igualmente artista associado à Maison de la Culture de Bourges. Em 2001, com o apoio do ICAM e ARTE/ZDF, realizou o seu primeiro filme intitulado Rugas . Ainda no mesmo ano criou Pixel no âmbito dos Encontros Acarte 2001. Para o Ballet Gulbenkia, Rui Horta coreografou os bailados "Lunar, o dia fragmentado", 1997, "Cartografia dos lugares comuns", 1999, e "À mesa em 15 minutos", 2000, tendo ainda remontado "Wolfgang, bitte..." e "Flat Space Moving".

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RUI LOPES GRAÇA

Natural de Torres Novas, Rui Lopes Graça iniciou os estudos de dança como bolseiro da Escola do Ballet Gulbenkian e do Centro de Formação Profissional da Companhia Nacional de Bailado.

Em 1985, ingressou no elenco desta companhia e tornou-se bailarino solista em 1996. Dançou grande parte do repertório da CNB, em bailados clássicos e contemporâneos.

Em Julho de 1999, participou no Curso Internacional para Coreógrafos e Compositores da Universidade de Bretton Hall, em Inglaterra, dirigido por Robert Cohan, Nigel Osborne, Ivan Kramar e Gale Law.

Desde 1996, tem coreografado para a Companhia Nacional de Bailado, Ballet Gulbenkian, Companhia Portuguesa de Bailado Contemporâneo, Ballet du Rhin em França, Companhia Nacional de Canto e Dança de Moçambique, Companhia de Dança Contemporanea de Angola e Companhia Rui Lopes Graça, entre outras. 

Coreografou igualmente para a Expo’98, Porto 2001 Capital Europeia da Cultura, Centro Cultural de Belém. Os seus trabalhos têm sido apresentados nos EUA, Holanda, Espanha, França, Noruega, Moçambique, Angola, Itália, México e Turquia.
Atualmente, é coordenador de Gesto Contínuo, atelier permanente de criação coreográfica da Companhia Nacional de Bailado.

Para além da sua actividade como coreógrafo, é convidado regularmente a leccionar na Escola Superior de Dança e na Universidade de Stavanger na Noruega.
Prémio Sociedade Portuguesa de Autores, melhor coreografia de 2012, com “Perda Preciosa” para a Companhia Nacional de Bailado com encenação de André E. Teodósio.

CONTACTOS

Correio electrónicoCorreio:

ruilg.64@gmail.com

YoutubeCompanhia Rui Lopes Graça

09 junho 2013

Bios na Meloteca

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FRANÇA VISITA

Meloteca visitada em França
Paris, Coreógrafos portugueses (12-12-2015)
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