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CORAL PAZ E BEM

Fundado em 1980 por João Crisóstomo, o Coral Paz e Bem tem actuado em concertos e encontros de coros, em vários locais do País, nomeadamente em Fátima, no Centro Pastoral Paulo VI, no XIII ECAL, no Festival de Coros de Carcavelos, no Caramulo, em Viseu e nos encontros de coros do município de Oeiras. Participou em várias celebrações na TVI, na Sé de Braga e Santuário do Sameiro, durante as festividades da Semana Santa, na Sé Patriarcal de Lisboa e nas comemorações do restauro do Órgão da Basílica da Estrela.

Tomou parte na representação da Ópera A Arca de Noé com a Orquestra da Academia de Amadores de Música de Lisboa. Tem-se apresentado nos últimos anos, com alguma regularidade, em actuações com a Orquestra de Cascais e Oeiras, e com a Orquestra do Algarve, na interpretação da Fantasia Coral, de Beethoven. Constam do seu repertório diversíssimas obras de carácter sacro, de diversas épocas e autores, bem como outras de carácter profano, com maior incidência na música antiga.

CONCTACTOS

Sérgio Crisóstomo:

TelemóvelTlm. (00 351) 963 746 865

SítioSítio: www.coralpazebem.pt

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CORAL STELLA VITAE

Fundado em 1945, o "Coral Stella Vitae" é um coro amador de vozes iguais (masculinos) integrado, actualmente, por cerco de 40 cantores, oriundos dos mais variados sectores de actividade profissional. Tendo-se constituído como associação com fins predominantemente culturais e artísticos, o Coral Stella Vitae propõe-se cultivar todos as formas de música coral.

Sem perder de visto uma forte ligação ao canto litúrgico, não deixa de se devotar à realização sistemática de concertos espirituais que incluem um vasto e variado repertório de canto gregoriano, de polifonia "a capella" ou com acompanhamento, clássico e contemporâneo, de música popular portuguesa e de espirituais negros.

De entre múltiplos intervenções, merecem referência os concertos e participações artísticas em actos culturais e religiosos de alto significado na vida nacional, as participações em vários festivais de música, as participações nas cerimónias religiosas em Lisboa e Fátima, aquando das visitas a Portugal de S. S. o Papa João Paulo II, bem como, em 1984, a convite expresso do Vaticano, a participação na celebração da Páscoa e no encerramento do Ano Santo, em Roma.

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CORO DA SÉ CATEDRAL DO PORTO

O Coro da Sé Catedral do Porto foi fundado a 1 de Março de 1971, pelo Cón. Dr. António Ferreira dos Santos, Mestre Capela da Catedral. A longa tradição cultural e musical da Catedral, entretanto perdida entre nós, levou o Mestre Capela a criar um Coro que, no dizer dos então recentes documentos do Concílio, continuasse aquela "tradição que proporcionou à Igreja um verdadeiro tesouro para a celebração do culto divino".

Do Coro da Sé, encabeçado pelo seu fundador e maestro, partiram diversas iniciativas musicais que contribuiram para melhorar o ambiente musical do Porto e do Norte, nas 3 últimas décadas do século findo e que se materializaram na criação de uma Escola Diocesana de Música Sacra, de Coros paroquiais, na formação de jovens em Escolas Superiores no estrangeiro, no restauro e aquisição de novos Órgãos de Tubos, na apresentação em Concerto das grandes obras-primas da música sacra, muitas delas em primeira audição em Portugal, nos cursos de índole pedagógica para a iniciação musical das crianças.

O repertório do Coro é vastíssimo e inclui os grandes mestres da polifonia clássica (Palestrina, Lassus, Victoria, etc.), do barroco e do clássico (Gabrieli, Praetorius, Buxtehude, Carissimi, De La Lande, Charpentier, Vivaldi, J. S. Bach, Händel, Haydn, Mozart), do romântico (Schubert, Bruckner, Brahms, Rheinberger), da música mais recente (Poulenc e Duruflé).

A divulgação música sacra portuguesa, antiga e moderna, tão pouco conhecida entre nós e, por isso, não devidamente apreciada - e que é objecto do actual CD - tornou-se, desde o início, um dos objectivos do Coro. Neste campo, o seu repertório vai desde o séc. XV ao séc. XX, com mestres de alto gabarito (Pedro de Escobar - dito, do Porto - Manuel Mendes, Francisco Martins, Lopes Morago, Dias Melgaz, Manuel Cardoso, Manuel Tavares, D. Pedro de Cristo, Estêvão de Brito, Rodrigues Esteves, D. João IV, José Joaquim dos Santos, Sousa Carvalho, Silva Leite, Domingos Bomtempo, Luís Rodrigues, Manuel Faria, Ferreira dos Santos, Fernando Lapa, e um autor portuense anónimo do séc XVIII.

O Coro da Catedral do Porto fez digressões na Galiza, Inglaterra e Alemanha, apresentando, exclusivamente, música sacra polifónica e coral-sinfónica portuguesa. O Coro da Sé é um Coro amador, apoiado financeiramente por instituições públicas e privadas. O seu actual director artístico é o maestro Eugénio Amorim. Foi distinguido com a Medalha de Prata da Cidade do Porto e com a Medalha de Mérito Cultural, pelo Governo Português.

CONTACTOS

Terreiro dom Afonso Henriques (à Sé)

4550 PORTO

TelefoneTel. (+00 351) 226 068 312

TelemóvelTlm. (+00 351) 936 068 312

SítioSítio: www.coroseporto.com

Correio electrónicoCorreio: direccao@coroseporto.com

Correio electrónicoCoreio: cscp@ecclesia.pt

27 Outubro 2005

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CORO DA
UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA

O Coro da Universidade Católica Portuguesa (Sede) foi fundado em 1979, pelo então capelão Pe. João Seabra, tendo posteriormente sido dirigido pelos maestros Domingos Duarte Lima, João Valeriano, Jorge Alves e pela maestrina Margarida Simas. Desde Dezembro de 2008, com uma renovada missão e estratégia, encontra-se sob a direção artística do maestro Sérgio Peixoto, licenciado em Ciências Musicais pela Universidade Nova de Lisboa e membro do Sete lágrimas Consort, Tetvocal e Coro Gulbenkian e sob a direção executiva de Rita Fernandes Ferreira, mestre em Gestão pelo IESE (Barcelona), com o curso geral de Música do Instituto Gregoriano de Lisboa, e atual diretora coordenadora de Marketing, Comunicação e Recursos Humanos da UCP.

O Coro é atualmente constituído por cerca de 35 actuais e antigos alunos, funcionários e docentes, de nove nacionalidades distintas, com idades compreendidas entre os 18 e os 60 anos, e o seu repertório abrange diversos estilos de música, desde clássica à música tradicional e ligeira, incluindo espirituais negros, jazz, blues, habaneras. Alguns elementos do Coro foram, em 2009, selecionados para fazer parte da recém-criada World University Orchestra & Choir.

Desde a sua fundação, o Coro tem realizado vários concertos e atuações no país e no estrangeiro, com a participação de solistas convidados e com o acompanhamento de piano e orquestra, dos quais destacamos: atuações nas cerimónias oficiais e eventos internos da UCP (entregas de diplomas, celebração do Dia da UCP - por vezes, em direto na TVI e Ecclesia, missas de Natal e Páscoa, convívio de Natal, acolhimento de Erasmus, Concerto de Primavera no Jardim), concertos de Natal em igrejas e em eventos empresariais (Central de Cervejas, Fórum Estudante, Metropolitano de Lisboa, Marriott Hotel, etc), organização de ateliês de Canto Coral, com a participação de vários coros, atuação no âmbito do programa de Animação de Natal (1998 e 1999), participação em encontros de coros universitários e no Festival de Coros do Algarve em Lagoa e Lagos (1997 e 2009), intercâmbio coral com o Coro Camerata ad Libitum da Galiza, gravação de algumas músicas no CD Região de Lisboa, pertencente à coletânea de CDs de “Os Melhores Coros Amadores da Região” e do spot publicitário (em concurso) do logotipo do Campeonato Europeu de Futebol (2012).

O ano letivo de 2010/2011 contou com mais de 16 atuações entre as quais se destacam a participação no Encontro de Coros no Centro Cultural de Cascais, o Concerto de Natal na UCP, a gravação de uma reportagem para o programa da RTP2, Sociedade Civil  «Integrar pela Arte» e as atuações no I Festival de Coros Universitários organizado pelo Coro da Universidade Técnica de Lisboa. Foi neste mesmo ano letivo que o Coro da Universidade Católica começou a integrar alunos surdos da Licenciatura em Língua Gestual Portuguesa (LGP) do Instituto de Ciências da Saúde, iniciando-se assim o projecto «Cantar com as Mãos» tendo já sido realizadas várias atuações em que o coro integrou elementos ouvintes e não ouvintes, várias delas alvo de exposição mediática, quer em imprensa, rádio e televisão. Até à data, o reportório do projeto «Cantar com as Mãos» inclui as peças «Imagine» de John Lenon e «Eu sei» de Sara Tavares. Mais do que um fator diferenciador e inclusivo, o projeto «Cantar com as mãos» visa demonstrar que a surdez não é um impedimento no universo da música, muito menos no universo da arte.

Para o ano letivo de 2011/2012, destacamos algumas das futuras atuações do Coro: 20º aniversário da Livraria UCP (Setembro), Green Festival 2011 no Centro de Congressos do Estoril (Outubro), lançamento do novo dicionário técnico de Língua Gestual Portuguesa na Fundação Portuguesa das Comunicações (Outubro). Em 2012, destacamos o concerto de Reis com o coro e Sexteto de Metais da Academia e o concerto comemorativo do 30º aniversário do coro, previsto para a primavera, para o qual serão convidados para cantar os cerca de 250 antigos coralistas que integraram o coro desde a sua fundação, em 1979.

CONTACTOS

MoradaPalma de Cima, 1649-023 Lisboa

TelefoneTel. (+00 351) 217 214 050

FaxFax (+00 351) 217 260 546

SítioSítio: www.coro.lisboa.ucp.pt

Correio electrónicoCorreio: coro@reitoria.ucp.pt

SítioFacebook: www.facebook.com/Coro.UCP.Lisboa

SítioFacebook: www.youtube.com/user/CoroUCP

10 Janeiro 2012

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CORO DE SANTA MARIA DE BELÉM

O Coro de Santa Maria de Belém foi constituído em 1990 com o objectivo de participar todos os domingos na missa solene da Igreja dos Jerónimos, às 12 horas, bem como nas principais festividades do ano litúrgico, tendo em Setembro de 2001 formalizado a sua constituição como Associação Cultural sem fins lucrativos. Trata-se de um grupo amador formado por cerca de 40 elementos de ambos os sexos, num conjunto diversificado de idades, ocupações e conhecimentos musicais.

Tem-se apresentado em numerosas celebrações e concertos em vários pontos do país, com destaque para as catedrais de Lisboa, Évora, Coimbra, Beja, Lamego e Santarém. Em Lisboa, deu concertos em várias igrejas, na Universidade Católica, no Centro Cultural de Belém e no Teatro Camões no âmbito da EXPO '98. Todos os anos, no domingo mais próximo do dia 6 de Janeiro, o Coro de Santa Maria de Belém reúne nos Jerónimos numerosa assistência para um concerto coral sinfónico destinado a assinalar a principal festa do mosteiro, a Epifania, e a divulgar reportório musical sacro.

Dos diversos concertos que tem organizado e em que tem actuado, destacam-se ainda os ciclos temáticos dedicados a Diogo Dias Melgaz, Josef Rheinberger e, em preparação para este ano, Flor Peteers. A sua discografia inclui os trabalhos Natal em Belém - Natais populares da tradição europeia (2000) e Stella Maris - Temas Marianos dos reportórios renascentista e barroco (2003). Colaborou também com a Escola Diocesana de Música de Lisboa na gravação de um CD de música litúrgica portuguesa (2001).

O Coro de Santa Maria de Belém tem actuado regularmente com a Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras e com a Orquestra Barroca Capela Real. Tem-se apresentado com os organistas Sibertin-Blanc, António Esteireiro e António Mota, e outros instrumentistas, bem como com uma variedade de jovens cantores com destaque para Teresa Cardoso de Menezes, Susana Teixeira, Sandra Medeiros, Elsa Cortez, Paula Pires de Matos, Susana Moody, João Rodrigues, Hugo Oliveira e Rui Baeta.

No reportório do coro, destacam-se obras como Messias HWV 56 de G. F. Haendel, a "Missa da Coroação" K. 317 de W. A. Mozart, o Gloria RV591 de A. Vivaldi, o "Te Deum" de M. A. Charpentier, o "Oratório de Natal" de C. Saint-Säens, o "Stabat Mater" de J. Rheinberger, a "Via Crucis" de F. Liszt, o Magnificat de D. Buxtehude, a "Paixão segundo São Mateus" de Diogo Dias Melgás, a Missa "Rorate caeli" de J. Haydn, a Missa em Sol de A. Caldara, a "Missa in honorem Sancti Josephi", de F. Peeters, e uma grande variedade de outras missas e motetes de vários estilos, para uso regular na liturgia.

Em Outubro de 2001, o Coro de Santa Maria de Belém foi agraciado com a Ordem de Mérito Militense atribuída pela Ordem Militar de Malta. Fernando Pinto dirige o coro desde a sua constituição, sendo assistido, a partir de 1995, por Miguel Farinha.

CONTACTOS

MoradaCoro de Santa Maria de Belém

Rua dos Jerónimos, 3

1400-210 LISBOA

TelemóvelTlm. (+00 351) 966 764 396

FaxFax (+00 351) 213 620 020

SítioSítio: www.csmbelem.org

Correio electrónicoCorreio: info@csmbelem.org

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CORO DE SÃO BENTO

O "Coro de São Bento" é um coro litúrgico, amador, composto por cerca de 30 elementos. O seu principal objectivo é animar a Eucaristia das 12 horas de Domingo na Igreja de S. Crispim no Porto, juntamente com outras actividades, como a realização de concertos na Igreja de S. Crispim e em outros locais e também actividades recreativas.

Do seu repertório fazem parte obras de Palestrina, Victoria, Schutz, Bach, Haendel, Aichinger, Scarlatti, Croce, Casali, Arcadelt, Hassler, Anerio, Mozart, Bruckner, Kodály e Canto Gregoriano, dando uma particular atenção a compositores portugueses: Estêvão de Brito, Frei Manuel Cardoso, Diogo Dias Melgaz, D. Pedro de Cristo, João Rodrigues Esteves, P. Manuel Faria e P. Ferreira dos Santos.

O "Coro de São Bento" nasceu no dia 20 de Fevereiro de 1983, na Igreja da Irmandade de S. Crispim e S. Crispiniano, no Porto. Nesse dia iniciou as actividades animado pela intensa espiritualidade do Reitor, D. Gabriel de Sousa e pelas mãos do director Emanuel Mesquita.

O Coro apresentou-se várias vezes em concertos de Música Sacra: na própria Igreja de S. Crispim, na Igreja Paroquial de Valongo, na Igreja Paroquial de Vila Boa de Quires, na Igreja Nova de Arcozelo, na Igreja Matriz de Foz do Sousa, na Igreja paroquial de Moure, na Igreja do Carvalhido, na Igreja da Areosa, Igreja de N. Sra. Aparecida (Lousada), Igreja Paroquial de N. Sra. da Hora, na Junta de S. Mamede de Infesta e na da Sra. da Hora, no Centro Cultural de Alpendorada, para além de termos participado em muitos encontros de coros.

Connosco têm colaborado os músicos P. José Augusto Oliveira e Dirk Weil (Orgão), Rui Brito, Paulo Silva, José Silva e Alfredo Queirós (Trompete), Alcídio Paiva e David Silva (Trombone), Olavo Tengner e Sara Marques (Flauta), Jorge Ribeiro (Violoncelo), Maria João Magno (Piano), o Coro La Follia de Lisboa, o Coro da Universidade Lusíada e o Coro do Carmo de Beja.

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CORO DE SÃO TARCÍSIO

Em Outubro de 1956, a convite do Padre Luís Rodrigues, na altura Reitor da Igreja da Lapa, no Porto, passou a desempenhar o cargo de organista desta igreja o insigne maestro e compositor italiano D. Angelo Fasciollo. Tal correspondeu à inauguração naquela igreja de um moderno orgão electrónico, na altura considerado como dos melhores da Europa. Desde logo surgiu a necessidade de dotar a igreja de um coro que correspondesse ao forte impulso da qualidade musical provocado pela aquisição daquele orgão e à presença de tão ilustre Maestro, Compositor e Organista. Assim nasceu o na altura chamado "Coral Misto Sacro S. Tarcísio".

Em 1984, viria a mudar a designação para "Coro S. Tarcísio da Igreja da Lapa". No ano que comemorava os seus 40 anos de existência, o coro, por decisão unânine dos seus coralistas, decide deixar esta igreja em Junho de 1997. Desde aquela data até aos dias de hoje, o Coro reside na Igreja da Trindade, no Porto, passando a ter a actual designação de "Coro de S. Tarcísio".

O Coro apresentou-se pela primeira vez em público no dia 03 de Maio de 1957, na Festa de Nossa Senhora da Lapa. Tem sido preocupação do Coro dispor de um vasto reportório litúrgico de todas as épocas. A sua actividade tem-se espalhado por todo o País, quer através da participação em liturgias, concertos e outras actividades artísticas, quer pela divulgação efectuada através da Televisão e Rádio.Tem-se apresentado com várias orquestras, das quais destacamos a Sinfónica do Porto, Konsonantia e Artave. A sua actividade discográfica traduziu-se na gravação de dois discos, um dos quais com cânticos de Natal.

Na Quaresma de 1997, o Coro apresentou a "Via Crucis" de Liszt, com encenação das estações da via sacra. Em Maio de 1997, dando início ao programa estabelecido das comemorações dos seus 40 anos de existência, o Coro apresentou a Missa nº 6, em Sol Maior (Missa das Catedrais) de C. Gounod, gravando em 1998 um CD com esta obra. Há alguns anos, o Coro estreou a nível Ibérico, a Missa de Santa Cecília de Gounod, tendo as várias apresentações daquela obra constituído enormes êxitos.

Ao longo dos seus 43 anos de existência ininterrupta, o Coro conheceu diversos maestros, desde os Padres Luís Rodrigues e Angelo Fasciollo, seus fundadores, aos Padre Faria Borda, Borges Coelho, Miguel Cunha e Manuel Lima e, até Agosto de 2000, pelo maestro Dr. Belarmino Soares. Actualmente o Coro é dirigido pelo pianista Jairo Grossi e pelo barítono Pedro Telles.

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CORO DO CARMO DE BEJA

Criado em 1976, para apoiar regularmente o canto das celebrações na Igreja do Carmo de Beja, o Coro do Carmo de Beja é essencialmente um coro litúrgico. Tem-se distinguido particularmente pela divulgação da música tradicional religiosa do Baixo Alentejo (recolhida pelo seu maestro e fundador P.e António Cartageno e pelo P.e António Aparício), em inúmeros programas religiosos da Rádio e Televisão. É um dos coros convidados regularmente para a animação da eucaristia dominical transmitida pela RTP.

Ao longo dos seus 27 anos de actividade, sem nunca deixar de assumir-se prioritariamente como coro litúrgico, o Coro do Carmo tem tido também uma vertente cultural: com um repertório variado em grande parte original, tem dado centenas de concertos por todo o País e no estrangeiro, dos quais se destacam o da Catedral de Badajoz (1985), o Concerto Mariano em Fátima integrado no Congresso Nacional de Leigos (1988), vários na Bélgica (Europália 91), EXPO 98, Panteão Nacional (2001), Roma (2003). Além de duas cassetes com música tradicional religiosa do Baixo Alentejo (1982), gravou um concerto ao vivo em Lisboa (1994), um CD de Cânticos Marianos (1995), participou noutro com vários coros do Sul (1998), um CD de Cânticos Alentejanos (2001), CD de um concerto ao vivo em Roma, editado recentemente em Itália, estando para breve o 2º volume de Cânticos Alentejanos.

O coro é constituído por 36 pessoas e ensaia duas vezes por semana. A 16 de Maio de 1996, reconhecendo que o Coro de Câmara de Beja tem contribuído de forma notória para o engrandecimento do nome do Município, a Câmara Municipal de Beja concedeu-lhe a Medalha de Mérito Municipal.

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CORO DO MOSTEIRO DE GRIJÓ

Fundado em 28 de Agosto de 1989, o Coro do Mosteiro de Grijó nasceu no seio da Associação de Jovens da Freguesia, cujo objectivo passava pela dinamização da juventude através das mais variadas actividades. Jorge Rocha, presente desde a primeira hora, assumiu a Direcção Artística do coro polifónico, uma das iniciativas da associação, contando com o apoio de Susana Guedes no que se referia à preparação de músicas profanas. O primeiro presidente do Coro, no que diz respeito às questões organizativas, foi António José Neves, que contribuiu com o seu esforço nos primeiros passos do coro.

Aquando do abandono de Jorge Rocha, passou a colectividade a intitular-se Coro Polifónico de Grijó e é Mário Reis que assume os destinos artísticos, com a preciosa colaboração do professor Mário Mateus, Director da Fundação do Conservatório Regional de Gaia. Após alguns anos conturbados, Mário Reis desiste da batuta e a instituição vê-se temporariamente privada de maestro, pelo que António Carneiro, à altura presidente do coro, e toda a sua equipa se desdobram em contactos para encontrar a pessoa certa para o cargo. O recém-chegado pároco António Coelho foi então solicitado a ajudar a instituição, ao que respondeu com a indicação do professor Joaquim Rêgo Marçal, ainda hoje dirigente artístico da instituição, que, igualmente nesta altura, consegue recuperar o nome de origem.

A divulgação da música coral polifónica de inspiração sacra foi desde cedo a linha seguida pelo Coro do Mosteiro de Grijó e delineava-se por padrões de elevada qualidade e exigência ao nível do belíssimo monumento que lhe inspirou a denominação e que, ainda hoje, é referência para a instituição cultural. Num âmbito perfeitamente amador, o Coro do Mosteiro de Grijó procura orientar o seu trabalho por critérios rigorosos de qualidade vocal e artística, como é possível verificar no repertório composto por obras de grandes autores como Victoria, Palestrina, Josquin Desprez, Hassler, D. Pedro de Cristo, Franz List, Jacob Handl, Anton Bruckner, Mozart, Charles Gounod, entre outros. Preparada para executar música de diversos períodos históricos, a instituição participa, ao longo dos anos, em várias iniciativas promovidas por diversas entidades e organizando concertos.

Além destas actividades, o Coro do Mosteiro de Grijó foi seleccionado para participar na gravação do CD "Os Melhores Coros Amadores da Região - Grande Porto", em Dezembro de 1998, e, passados dois anos, em Novembro de 2000, apresentou em CD "As Sete Palavras de Cristo na Cruz", de Charles Gounod, no âmbito do Grande Jubileu. Desde 1995 o coro é dirigido por Joaquim Marçal, que, com a sua capacidade técnica, tem orientado o Coro do Mosteiro de Grijó na prossecução dos seus objectivos, ou seja, a execução e divulgação da música de inspiração sacra de elevada qualidade, como meio dinamizador da cultura.

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CORO LAUDATE

A actividade do Coro Laudate, fundado em 1974, em São Domingos de Benfica (Lisboa), incide no estudo e na divulgação do património musical da Igreja e da música em geral, cultivando especialmente a música litúrgica, a polifonia clássica e o canto gregoriano. Constituído por cerca de 50 elementos, solenizou já mais de 100 missas transmitidas pela televisão e participou num filme documentário sobre os coros amadores, produzido pela RTP.

Em 1988, gravou um disco com cânticos marianos e em 1989 duas cassetes com cânticos quaresmais e pascais. Em Maio de 2000, gravou o CD Laudate Maria. Pela visita do Papa João Paul II a Portugal, em 1991, solenizou as celebrações de Lisboa e Fátima. Em Itália, participou, em 1997, na 3ª Rassegna Internazinale di Capelle Musicali de Loreto. Em Espanha, participou, em 1998, no XII Festival Internacional Coral da Ilha Cristina, como coro estrangeiro convidado e, em 1999 realizou concertos na Corunha, Ferrol e Tenerife.

Em Portugal, deu numerosos concertos, incluindo festivais de música. Participou em várias cantatas compostas por Ferreira dos Santos, nos Jerónimos, Aula Magna, Évora, Porto, Guarda e Fátima, com a Banda Sinfónica da PSP de Lisboa e o "Solemnium Concentus" do Porto.

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CORO MATER DEI

O Coro Mater Dei, formado em 1989 com a designação de Coro Inter-paroquial de Santa Engrácia e S. Francisco de Assis, tem como objectivo enriquecer as celebrações litúrgicas através do canto polifónico e participar em actividades corais de âmbito cultural e artístico. É composto por cerca de 45 elementos e o seu reportório é constituído principalmente por música sacra à capela e com acompanhamento a órgão, espirituais negros e música tradicional portuguesa.

Das várias actuações destaca-se a presença em encontros de coros, a participação regular nos estúdios da RTP para animação da Eucaristia Dominical transmitida pelas RTP2 e RTP Internacional, concertos de Quaresma, Páscoa e Natal em vários locais do território nacional. A última grande experiência coral teve lugar no estrangeiro, na República Checa, na cidade de Praga, no passado mês de Novembro de 2002, onde estiveram presentes 64 coros em representação de 15 Países de todo o mundo, contribuindo para o 12º Festival de Música de Advento e Natal, tendo constituído um momento de singular importância na vida deste coro. Frequentemente, o coro é solicitado para animação de cerimónias matrimoniais e baptizados em todo o País.

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CORO POLIFÓNICO DA LAPA

O Coro Polifónico da Lapa foi fundado em 2000 (ano Bach) pelo Cónego Dr. António Ferreira dos Santos com objectivos muito precisos: cultivar, divulgar e apresentar com a maior qualidade artística possível, Missas Corais Sinfónicas, Oratórias e Motetes de vários compositores, épocas e linguagens musicais. Embora o seu espaço preferencial de actuação seja a Igreja da Lapa (Missas dominicais das 12 horas ou concertos), o Coro apresenta obras do seu reportório nas localidades para as quais for convidado.

Composto por cerca de 70 elementos, o Coro Polifónico ensaia duas vezes por semana e é objecto de uma cuidada formação vocal e musical a cargo do Mestre Capela da Igreja da Lapa, Filipe Veríssimo. Os trabalhos de programação, preparação e actuações musicais são da responsabilidade de uma direcção artística constituída pelo Cónego Ferreira dos Santos e Filipe Veríssimo.

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CORO SANTA TERESA DE ÁVILA

O Coro Santa Teresa de Ávila foi fundado em 1993, solenizando e participando desde então em múltiplas festividades e concertos para que tem sido solicitado, não só na paróquia escolar, mas também, nos mais diversos lugares da Diocese de Bragança-Miranda e no País. A sua intensa actividade incide no estudo e divulgação do Património Musical da Igreja e da Música em geral, cultivando especialmente a música litúrgica, a polifonia clássica (portuguesa e estrangeira) e o canto gregoriano, sendo reconhecido como um dos melhores coros litúrgicos da Diocese.

É o coro responsável pelo canto na "Eucaristia Dominical" da paróquia escolar, tendo sido radiofundida a cada Domingo pela Rádio Bragançana. Vem também solenizando diversos acontecimentos na Igreja Nordestina, como ordenações, crismas e celebrações Jubilares, e também casamentos e outras solenidades. É seu maestro desde a fundação Jorge Novo.

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CORO SANTO INÁCIO

O Coro Santo Inácio teve o seu início em Setembro de 2002, apoiado pelo Centro Inaciano do Lumiar (ligado aos Jesuítas), com a sede no Colégio São João de Brito. Tem como fim em vista difundir a música coral, através das suas vertentes litúrgica, cultural e de convívio.

É dirigido pelo Maestro Padre João Caniço, com quem colabora, desde 2005, o Prof. Cornélio Vianey da Cruz. Os seus elementos (35) são amadores e provêm tanto de Lisboa como de concelhos limítrofes.

Realizou até hoje 242 actuações. É um dos coros que colaboram na Eucaristia Dominical da RTP. Gravou, para a Editora Paulus, o CD Ao partir o Pão - 14 peças para uma Missa com adultos e crianças.

O Coro Santo Inácio recebe frequentes convites para actuações em congressos, sessões culturais, conferências. Actuações tão diversas têm obrigado o Coro a uma escolha de reportório mais exigente, mas não menos estimulante. Exemplos: a colaboração com outros dois coros no 4.º aniversário da Paróquia da Boavista, em Lisboa; o apoio dado nas ordenações sacerdotais na Igreja de Santa Clara em Santarém; o Concerto no Centro Cultural de Belém, na abertura do Ano de S. Francisco Xavier; a Abertura da Exposição «Os Senhores de Xavier - A Linhagem de S. Francisco Xavier», na Torre do Tombo, no dia 13 de Abril; o recital de canções populares, na Quinta da Venda (Marés, Alenquer).

Por outro lado, das actividades mais interessantes do Coro Santo Inácio destacam-se as participações em celebrações de casamentos religiosos, embora estes exijam sacrifícios, em deslocações, tempos de preparação, acerto com os instrumentos, e até as esperas pela chegada de algumas noivas. Mas acabam por ser gratificantes, pelo ambiente festivo que o Coro ajuda a criar, pela seriedade litúrgica com que desempenha a sua função e também pela escolha musical de qualidade, que o acto permite. Tudo começa meses antes, com a escuta dos desejos e gostos dos noivos, para se chegar a uma proposta de obras que, sendo acessíveis ao Coro, vão ao encontro das ideias e das preferências dos noivos. Depois, vem a colaboração com o organista ou com a orquestra, ou mesmo com o organista mais o responsável pela orquestra e com o solistas, quando é o caso.

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Correio electrónicoCorreio: joao.canico@netcabo.pt

03 Junho 2009

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GRUPO CORAL DE PEVIDÉM

O "Grupo Coral de Pevidém" é formado por trinta e quatro elementos. Logo desde a sua criação, e como razão da mesma esteve o objectivo principal de solenizar a Missa Dominical da Paróquia de S. Jorge de Selho. Formado há cerca de vinte e quatro anos pela mão do Padre António da Silva Lopes, a partir de um grupo de jovens que exerciam na paróquia diversas actividades pastorais, viria mais tarde a dar um salto qualitativo através do Padre José Fernandes Antunes, que o lançou num percurso fora de portas, feito de participações em diversos Encontros de Coros Paroquiais e na solenização da Eucaristia Dominical da RTP, por diversas vezes, desde 1982, o que veio a merecer rasgados elogios pela forma simples mas bem timbrada como o grupo se apresentava.

Um outro maestro, mas ainda jovem, de seu nome António Valdemar, seguiu as pisadas do seu antecessor, desenvolvendo actividade ainda mais intensa. Nesse período foi convidado a participar em diversos espectáculos quer na freguesia quer em outras localidades do distrito. Tais actuações têm resultado em muitas solicitações para solenização de eucaristias e casamentos e colaboração em festas de e com outros grupos corais do Norte e Lisboa. É de referir a sua presença nos Encontros de Coros do Minho, Dia Nacional do Exército em Viseu, l Encontro de Coros do Concelho de Guimarães (organizado pela Cercigui), concerto pela Orquestra do Norte em colaboração com a Câmara de Guimarães.

Desde 1992 é artisticamente dirigido por Dulce Pereira Costa.

2004

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GRUPO CORAL DE SANTA QUITÉRIA

O grupo Coral de Santa Quitéria, foi fundado no ano 2000, sendo desde início o coro litúrgico da basílica de Santa Quitéria (Meca - Alenquer), sendo responsável pelas solenidades principais do referido templo.

O Coro possui actualmente cerca de 30 elementos oriundos dos lugares da freguesia de Meca, incorporado também membros de vários pontos do concelho de Alenquer.

Para além das suas funções na litúrgia, participa também em concertos, possuindo um vasto reportório, nomeadamente especializado na interpretação da música sacra dos vários períodos da história da música e das várias tradições europeias.

Tem actuado em concertos e animado missas e casamentos em vários pontos do País, sendo de salientar as suas presenças na Sé de Évora, na Basílica da Estrela em Lisboa, e uma participação no Concerto de Gala da Sociedade União Musical Alenquerense, onde interpretou três obras do compositor português Jorge Salgueiro.

É seu director artístico desde a sua fundação o organista Daniel Oliveira.

CONTACTOS

Correio electrónicoCorreio: danieloliveira_85@hotmail.com

06 Novembro 2007

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GRUPO CORAL DE SÃO JOSÉ

O Grupo Coral de São José, com quarenta anos de existência (1967-2007), é o mais antigo da Região Autónoma dos Açores. Com raízes no coral litúrgico da Igreja de São José na cidade de Ponta Delgada, tem abrilhantado, desde sempre, os actos religiosos naquele templo. A larga experiência adquirida na realização de eventos com interpretação musical de nível superior confere-lhe o estatuto de coral de referência da Região, já projectado nacional e internacionalmente.

Privilegiando a interpretação de obras relevantes do panorama coral erudito, todavia, um repertório composto por música tradicional açoriana e portuguesa, entre outras, integra também o novo projecto de actividades do Coral de São José.

07 Fevereiro 2008

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POLYPHONIA SCHOLA CANTORUM

Em 1941, por iniciativa de Olga Violante, Sara Navarro Lopes, João da Silva Santos e Sebastião Cardoso, foi criado o Polyphonia Schola Cantorum, coro misto constituído por cerca de 40 elementos, tendo tido como primeiro cantor-mor, ou regente, o musicólogo Mário de Sampayo Ribeiro que o dirigiu até à sua morte, em 1966. Foi intenção destes fundadores criar um coro que pudesse dedicar-se, especialmente, à descoberta e divulgação dos tesouros da música portuguesa, então desconhecidos ou perdidos em arquivos e bibliotecas. O coro obteve o estatuto de pessoa colectiva de utilidade pública. O primeiro ensaio teve lugar em 29 de Janeiro de 1941. O êxito desta iniciativa foi notável: ressurgiram em todo o seu esplendor os centros musicais de Évora, Elvas, Lisboa, Coimbra e Viseu e, com eles, as obras dos grandes mestres dos séculos XVI e XVII. Grande parte destas obras tem sido divulgada, ao longo de 65 anos de actividade ininterrupta, por todo o país, mas também no estrangeiro (designadamente em Espanha, França, Itália, Inglaterra e Macau), através de muitas centenas de actuações, da publicação de partituras de música polifónica religiosa e popular portuguesa e, ainda, de gravações em disco de peças do seu repertório.

Com a morte (em 13 de Maio de 1966) do maestro-fundador e principal impulsionador de Polyphonia, sucedeu-lhe outro musicólogo de grande reputação, o Cónego Dr. José Augusto Alegria, que ia todas as semanas de Évora a Lisboa ensaiar o coro, e conduziu os destinos do Coro até 1974, continuando a manter viva a chama que caracterizou os primeiros tempos do Polyphonia. Foi então escolhido para Cantor-Mor um dos seus mais experientes e qualificados cantores, o maestro António Leitão. Durante sete anos de intenso trabalho procurou manter vivo o "espírito" do Polyphonia, designadamente através da renovação do reportório e de todos os naipes do Coro, bem como pelo incremento das suas actuações.

Após um curto período de tempo em que o maestro Jorge Manzoni, também ele distinto regente e ex-coralista do Polyphonia, assegurou com brilhantismo a regência do Coro, foi convidado para desempenhar o cargo, em 1982, o maestro Manuel Teixeira. Procurando incutir no Coro um sentido "profissional", através de um trabalho exigente e de elevedo nível artístico, veio progressivamente a aperfeiçoar as suas qualidades vocais e interpretativas de que são testemunha as muitas expressões públicas de apreço e louvor pelas actuações efectuadas sob a sua direcção. Manuel Teixeira viria a deixar o Coro em 2004. A Direcção do Coro, previamente informada do desejo do maestro Manuel Teixeira, envidou todos os esforços no sentido de encontrar um novo regente, tendo vindo a acordar com o maestro Sérgio Fontão a sua imediata entrada em funções, o que aconteceu em Janeiro de 2004.

Como coro cem por cento amador, tem vivido ao longo da sua existência, exclusivamente do ânimo dos seus componentes, dos dedicados "amigos" que acompanham e incentivam o seu trabalho e do eventual auxílio (cada vez menos frequente) de entidades públicas de que é justo realçar a Secretaria de Estado da Cultura, a Câmara Municipal de Lisboa, a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e a Associação dos Arqueólogos Portugueses.

Atendendo à elevada contribuição do Polyphonia em prol da música, e em especial da música polifónica portuguesa, foi-lhe atribuída, em Outubro de 1985, pelo Ministro da Cultura, a Medalha de Mérito Cultural. Durante os 65 anos da sua existência, Polyphonia efectuou para cima de um milhar de audições por todo o país, tendo realizado o seu primeiro concerto oficial em 4 de Junho de 1942 no Teatro Nacional de S. Carlos, aliás antecedido de algumas exibições experimentais a primeira das quais teve lugar em 1 de Julho de 1941 na Sala das Sessões da Associação dos Arqueólogos Portugueses.

CONTACTOS

SítioSítio: polyphonia.no.sapo.pt

Correio electrónicoCorreio: psantos@fc.ul.pt

Correio electrónicoCorreio: cvcosta@bportugal.pt

04 Junho 2006

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