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Cornélio Vianey da Cruz

Edgar Saramago

Eduardo Paes Mamede

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Eugénio Amorim

Fernando Eldoro

Fernando Lapa

Fernando Pinto

Fernando Valente

Filipa Palhares

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Filipe Veríssimo

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Fernando Pinto
Fernando Pinto, dir.
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ANTÓNIO SÉRGIO FERREIRA

António Sérgio Ferreira iniciou os estudos de violino na classe do professor Cunha e Silva, no Conservatório de Música do Porto. Enquanto estudante nesse conservatório, participou no Coro de Câmara do Conservatório de Música do Porto, regido por Lino Gaspar e com ele participou nos concursos da Juventude Musical Portuguesa: do nível médio e superior, tendo conseguido em ambos os níveis o 1º prémio da categoria regional e nacional. Foi membro da Orquestra Portuguesa da Juventude e bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian. Enquanto aluno do curso de Geografia da Universidade do Porto, fez parte do Orfeão Universitário do Porto, integrando e dirigindo alguns dos seus grupos. Foi admitido como aluno na Escola Superior de Música do Porto, no curso de violino, curso que viria a interromper para se dedicar à regência. Foi professor de Violino e Bandolim em diversas escolas de música, de Educação Musical no 2º ciclo do Ensino Básico e de Coro no Instituto Cultural D. António Ferreira Gomes.

É Director artístico e Maestro Titular do Coro do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, desde Março de 1995 e dirige também o coro do Centro de Dia de reformados do Ministério de Educação - Porto. Trabalhou com o maestro Marc Tardue e a Orquestra Nacional do Porto na preparação da "Carmina Burana" de Carl Orff. Foi professor do curso livre de Bandolim no Conservatório de Música do Porto, maestro e director artístico da Orquestra de Plectro do Porto.

Participou nas óperas "Il Maestro de Música", " Suor Angelica", "A Flauta Mágica" quer como cantor, quer como maestro de palco. Concluiu o Curso Superior de Direcção de Coro e Orquestra, onde teve como principais professores Manuel Ivo Cruz e Gerald Kegelmann. Para além destes, tem estudado Direcção de Orquestra com Robert Houlihan, Jim Holmes, Sergei Stadler, e Direcção Coral com Erwin Ortner.

Foi Maestro Assistente da Orquestra do Algarve até Outubro de 2003, ano em que, para além de diversos concertos sinfónicos, dirigiu "Os sete Pecados Mortais" de K. Weill, e o Requiem de Fauré com o Coro Europeu de Estudantes de Medicina. Foi maestro do coro da "Betulia Liberata" de Mozart apresentada pela Filarmonia das Beiras e Drama per Musica. Foi professor convidado da disciplina de Coro da Universidade de Aveiro para a realização da obra "L'Enfance du Christ". Dirigiu Haydn e Stravinsky no concerto de abertura do XII Cistermúsica - Festival de Música de Alcobaça, à frente da Orquestra Metropolitana de Lisboa. Abriu a IX Semana Internacional de Óbidos, dirigindo a pianista Manuela Gouveia e a Orquestra de Câmara Cascais e Oeiras. É membro fundador da Plataforma Artística. Concluiu uma pós graduação em Música Teatral, vertente de Direcção na Universidade de Sheffield. É professor no Conservatório de Música da Maia, Conservatório de Música de Vila Real, director artístico e maestro do Coro de Câmara de S. João da Madeira.

Em 2005, destacaram-se os concertos com a Orquestra do Algarve, os "Ceremony of Carols" com o Coro de Câmara de S. João da Madeira e a estreia em Portugal (versão ensemble) da "Missa das Crianças" de John Rutter com os coros do CPO e das Biomédicas. Para 2006, tem agendados concertos com a Orquestra do Algarve e com a Orquestra das Beiras. Como director de coro já dirigiu concertos, para além de Portugal Continental e Ilhas, em Espanha, França, Alemanha, Cabo Verde, Índia, Macau, África do Sul e Angola.

CONTACTOS

Correio electrónicoantoniosergio@tvtel.pt

15 Janeiro 2005

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AUGUSTO MESQUITA

Augusto Mesquita iniciou os estudos musicais em Braga, com o compositor Manuel Faria. Quando foi cursar a Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra prosseguiu estudos também no Conservatório Regional, onde foi aluno de Mário de Sousa Santos e de Gilberta Paiva. É diplomado em Piano e Composição pelo Conservatório de Música de Lisboa.

Autor de peças para piano e de inúmeros arranjos de música coral e instrumental, tem-se apresentado também como pianista a solo e acompanhando outros artistas, com particular preferência pelo Canto, com já várias dezenas de concertos por todo o País.

Nos últimos anos, dedicou-se também à direcção e arranjos para orquestra, realizando concertos cujos programas concebe, envolvendo artistas convidados de renome. Dirigiu musicalmente a Gala do 5º Festival José Afonso, as três edições das "Noites de Conímbriga", a Gala de Homenagem a António Portugal e Pinho Brojo em Montemor-oVelho, os Concertos de Aniversário do Coro dos Antigos Orfeonistas e do Clube de Empresários de Coimbra, a Gala "Amar Timor", promovida pela AMI e o Concerto do "1º Dia Mundial da Voz", entre muitos outros.

Foi Director Artístico e Maestro do Coro dos Antigos Orfeonistas da Universidade de Coimbra desde 1992 até 2003, que sob a sua direcção gravou um CD em 1994, um segundo, em 1995, com a Orquestra Filarmónica de Londres, e um terceiro, em 1998, sob o título "Alleluya", do qual é também produtor e um "Ao Vivo no CCB". Com este Coro, apresentou-se em Portugal e em mais de duas dezenas de países em cerca de cinco centenas de espectáculos. Dirigiu também o Coro da Administração Regional de Saúde, o Coro de Câmara de Coimbra e o Coro de Câmara do Conservatório de Música de Coimbra. Desde a sua fundação em finais de 2002 que é maestro do Coro "Advocal" constituído no seio do Conselho Distrital de Coimbra da Ordem dos Advogados. Assumiu em Agosto de 2003 a Direcção Artística da Orquestra dos "Antigos Tunos da Universidade de Coimbra", com quem gravou já um CD de Natal, envolvendo diversos convidados e Coros e cujas receitas reverteram para a AMI. Desde Setembro de 2004 que dirige os Corais do "Orfeão de Leiria", preparando actualmente o Concerto no Festival de Música de Leiria e uma digressão europeia em Junho deste ano.

De 1994 a 1999, foi Presidente da Direcção do Conservatório de Música de Coimbra, onde actualmente é professor do Quadro de Nomeação Definitiva e assegura a direcção da Orquestra Clássica. Com esta orquestra promove reportórios anuais, tendo realizado diversos concertos no País e estando envolvido em intercâmbios com Poitiers e Santago de Compostela. É Director Artístico do "Festival Internacional de Música de Coimbra" a partir da edição de 2005. Pelo seu trabalho musical, em 10 de Junho de 1997 foi agraciado por S. Ex.cia o Presidente da República com o grau de Grande Oficial da Ordem do Infante D. Henrique.

14 Março 2005

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CARLOS BRAZ

Natural da cidade da Covilhã, Carlos Braz iniciou os estudos musicais no Conservatório Regional da Covilhã onde concluíu o Curso Geral de Canto. Foi maestro assistente e coralista do Coro do Orfeão da Covilhã onde conheceu Edgar Saramago com quem veio a estudar durante alguns anos direcção coral. Em 1992 participa no X Curso Intensivo de Direcção Coral sob a orientação do maestro José Robert em Torres Vedras. Nos anos de 1989/90 participou no 1º e 2º Curso Internacional de Direcção Coral em Sines orientado pelos maestros Anton De Beer, Maarten Van Tilburg, Edgar Saramago e por Elizette Bayan. Participou em diversos concertos corais em Portugal e no estrangeiro com Orfeão e Conservatório da Covilhã, Coro da Universidade Lusíada, Coro La Folie, Coro Artístico Vilafranquense e Coro Académico de Alverca de que foi maestro durante alguns anos.

Actualmente dirige, em colaboração com Edgar Saramago, o Orfeão Estremoz Tomaz Alcaide assim como o seu coro Juvenil e o Coro do Instituto Superior Técnico em Lisboa. É cantor no Grupo Vocal Conductus Ensemble.

Participou em 1997 com o Coro da Universidade Lusíada na V Competição Coral de Música Sacra "Giovanni Pierluigi da Palestrina" na Cidade do Vaticano - Roma/Itália onde o coro consegue o 1º lugar na sua categoria. Em Maio de 1997 participou com o Orfeão de Estremoz "Tomaz Alcaide" no Festival Schubert que se realizou em Viena de Áustria no âmbito das comemorações do bicentenário do nascimento de Schubert.

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CARLOS SANTOS SILVA

Carlos Alberto Ferreira dos Santos Silva nasceu em Belas (Sintra) em 1953. Estudou piano com Mavíldia Andrade, e órgão e composição com Gertrud Mersiowsky e Jorge Croner de Vasconcelos no Conservatório Nacional de Lisboa (1964-1973) e participou em 1983 num curso de direcção coral (Lisboa). Tendo-se licenciado em Engenharia Química pelo I.S.T (1978)., exerce a sua actividade profissional no domínio da informática e das tecnologias da informação. Dedica os tempos livres a aprofundar os seus conhecimentos musicais, à composição e à direcção de grupos corais.

É autor de várias obras musicais, das quais se destacam:

7 Peças para coro masculino
11 Peças originais para coro misto
8 harmonizações para coro misto
8 pequenas peças para orquestra de câmara (1980-1984)
Ave Maria, para Tenor, Coro e Orquestra de Câmara (1984)
Trilogia da Descoberta, para Solistas, Grande Coro e Orquestra Sinfónica (1987-1992)
Suite Alfacinha, para Banda Sinfónica (1995)
Cantata Do Natal aos Reis, para Coro e Orquestra de Cordas (1995)
Elegia para um Homem Bom para Órgão (1996)
Cantata Padre Cruz para Coro e Orquestra (1997)
Concerto para flauta e cordas em Mi bemol (1998)
Suite Espiritual nº1 para Coro e Orquestra (1999)
Suite Espiritual nº2 para Coro e Orquestra (1999)
Suite para violoncelo solo (2000)
O druída - para Flauta, Piano e cordas (2004)
Hino a NªSº do Bom Sucesso (2005)

Participa frequentemente como organista solista ou acompanhando outros coros. Colaborou entre 1978 e1986 com o Coral Stella Vitae, dirigiu o Orfeão da Câmara Municipal de Lisboa entre 1988 e 2001 e o Grupo Coral de Sesimbra entre 1999 e 2007, e dirige o Grupo Coral "Ars Musica", de que é o fundador.

CONTACTOS

Correio electrónicoCorreio: santos.silva@millenniumbcp.pt

11 Julho 2008

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CORNÉLIO VIANEY DA CRUZ

Cornélio Vianey da Cruz estudou no Centro de Estudos Gregorianos e no Instituto Gregoriano de Lisboa. Tem-se dedicado ao estudo, pesquisa e divulgação da técnica vocal, tanto para crianças, como para jovens e adultos. Foi professor de técnica vocal e pedagogia do canto coral nos Cursos Internacionais de Direcção Coral de Sines e é actualmente professor dos Cursos de Direcção Coral de Vila Franca de Xira.

Foi fundador do Grupo Coral Sol Nascente, com o qual tem participado em vários concursos e festivais internacionais, tendo ganho, em 1988, o 3.º prémio no Concurso Internacional de Cleveland (Inglaterra) e, em 1996, o 1.º prémio no Concurso Internacional "Giovanni Pierluigi da Palestrina", em Israel. Na qualidade de professor de canto do Coro da Universidade Lusíada, ganhou, em 1997, o 1.º prémio do Concurso Internacional "Giovanni Pierluigi da Palestrina", realizado em Roma. Foi agraciado, em Junho de 1997, com a medalha de mérito cultural, pela Câmara de Oeiras.

Para além da sua actividade como professor de canto (em cujo âmbito também colabora com o Coro Santo Inácio), é director do Grupo Coral Totta, Grupo Coral Sol Nascente e Coro Canticum Novum.

07 Maio 2004

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EDGAR SARAMAGO

Edgar Saramago, natural do Porto, nascido em 1943, iniciou os seus estudos musicais em 1952 na Academia de Música de Luanda nas classes de Teoria e Solfejo, Violino e Piano. Trabalhou como pianista em vários países da Europa. Estudou Harmonia e Improvisação de Jazz (Piano de Jazz) nos Estados Unidos de 1971 a 1973. Na Holanda, onde residiu durante vários anos, formou-se em Direcção Coral pela Real Federação de Canto dos Países Baixos, em 1980, e desenvolveu uma carreira de Director Coral e de Orquestra. Foi distinguido com o título de Primeiro Membro Honorário da Associação de Música de Câmara da Holanda (Secção de Amsterdão). De regresso a Portugal, em 1985, ingressou no quadro docente do Conservatório Regional da Covilhã. Desde então, tem leccionado Direcção Coral em diversas escolas de música do País e em cursos nacionais e internacionais realizados em Lisboa, Sines, Aveiro, e Vila Franca de Xira. Desde 1996, é responsável, conjuntamente com o pedagogo de canto Vianey da Cruz, do Curso de Direcção Coral e Técnica Vocal de Vila Franca de Xira. Foi co-fundador do Curso de Direcção Coral da Academia de Amadores de Música de Lisboa, em 1991/92. Possui equivalência às disciplinas do Curso de Ciências Musicais da Universidade Nova de Lisboa. Foi-lhe concedida a qualificação de Formador Especialista na área de Formação Musical pelo Conselho Coordenador de Formação Contínua de Professores. Lecciona no Instituto de Música Vitorino Matono em Lisboa.

Dirige o Coro do Ateneu Artístico Vilafranquense (desde 1989), o Orfeão de Estremoz "Tomaz Alcaide" e o Coro do Hospital de S. José em Lisboa. Participou com o Orfeão de Estremoz "Tomaz Alcaide" no Festival Coral de Schubert (comemorações do bicentenário do nascimento de Schubert), realizado em Viena de Áustria, deslocou-se em digressão ao Brasil com o Orfeão Académico de Coimbra e participou com o Coro do Ateneu Artístico Vilafranquense no 6th Alta Pusteria Choir Festival, realizado em Itália. Em Julho de 1999, participou, como único representante português, no V Simpósio Mundial de Música Coral realizado em Roterdão. É Presidente do Conselho Consultivo Técnico da FENAMCOR - Federação Nacional do Movimento Coral.

04 Dezembro 2004

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EDUARDO PAES MAMEDE

Eduardo Paes Mamede nasceu em Lisboa e estudou no Centro de Estudos Gregorianos. Foi aluno de Frederico de Freitas. Teve iniciação na pedagogia Orff e frequentou o Curso de Educação pela Arte do Conservatório de Lisboa. Como investigador desenvolveu trabalho de campo para recolha e estudo de Música Tradicional durante a década de 70. Como divulgador colaborou nos suplementos "Mosca" e "Ponto" do Diário de Lisboa, "Musicalíssimo", "Portugal Hoje", "O Jornal", e no programa "Rimas e Rumos" (Rádio Comercial). Conferencista sobre temas de música popular urbana (Holanda 1989).

Como actividade pedagógica refira-se a sua participação como monitor em diversos Cursos e Encontros de Animadores Culturais (áreas de Musica e Som) e ainda a direcção de coros e grupos instrumentais. Dirige, desde Setembro de 1994, o Grupo Vocal DaCapo de Carcavelos e o Cramol - Canto tradicional de mulheres - desde 2003. Leccionou Tecnologias da Informação e Comunicação na Escola Superior de Educação de Lisboa.

Como produtor discográfico e/ou orquestrador foi responsável, entre outros, pelos discos "Por este rio acima" (Fausto 1982), "O Despertar dos Alquimistas" (Fausto 1985), "Grupo Metais de Lisboa" (Grupo Metais de Lisboa 1983), e em produções para a RTP com orquestra, coro e solistas do TNSC (1988/89). Autor da música e direcção musical dos programas "Herman Circus" (RTP-1991), "Pós de Bem Querer" (série) de A. Torrado e F. Àvila (RTP-1992), e "Um estranho em casa" (série) (RTP - 2002). Foi responsável pelo Departamento de Produção da Sassetti (1982/85).

Como autor de música para cinema participou, entre outros, nos filmes "Deus, Pátria, Autoridade" (1975) e "Bom Povo Português" (1979) de Rui Simões. Autor da música e orquestração das canções "Terra à vista", vencedora do II Festival Internacional dos Países da CEE (Salónica/Grécia 1992), e "Sabor de Mar" representante de Portugal no XXXV Festival de Viña del Mar (Chile 1994).

Em 1998, foi editado um CD intitulado "A Secreta Viagem" que inclui um ciclo de 12 canções para canto e piano com poemas de David Mourão-Ferreira e ainda um "Stabat Mater" para Soprano e cordas. Tem, com o pseudónimo de Hesed, um CD editado de música instrumental dirigido ao mercado exterior (2000). Desde 1981, tem trabalhado regularmente com diversas companhias teatrais (Teatro Aberto, Comuna, Teatro Nacional D. Maria II), tendo colaborado, como compositor e/ou director musical em mais de 30 espectáculos. Desde 1986 que utiliza a informática como ferramenta e assistente para o trabalho musical, quer seja para as áreas da composição e produção (MIDI/Áudio), quer para a edição de partituras. É sócio cooperador da Sociedade Portuguesa de Autores e foi membro da sua Direcção durante dois mandatos consecutivos (1995/2001).

01 Setembro 2000

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EMANUEL MESQUITA

Natural da cidade do Porto, Emanuel Mesquita, maestro do Coro de São Bento estudou Piano e Educação Musical com Aurélia de Sousa e prosseguiu os estudos com António Pinho Vargas. Recebeu aulas de Órgão pelo Cón. Dr. António Ferreira dos Santos. Participou num curso de aperfeiçoamento promovido pela Hochschule fur Musik Franz Liszt, em 1990, em Weimar (Alemanha), na classe de Órgão de Ferdinand Klinda. Participou nos Cursos Internacionais de Direcção Coral de Sines, da responsabilidade dos Mestres Anton de Beer, Edgar Saramago (Direcção Coral) e Vianey da Cruz (Técnica Vocal). Licenciado em Teologia pela UCP e Professor no Ensino Oficial. Dirige o Coro de São Bento em conjunto com Maria de Jesus Dantas (sua irmã), desde a fundação.

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EUGÉNIO AMORIM

Eugénio Amorim nasceu em 1963 em São João da Madeira, onde iniciou os estudos musicais, prosseguindo-os na Academia de Música de Santa Maria da Feira. No Conservatório de Música do Porto veio a concluir os Cursos Superiores de Piano e Composição nas classes de, respectivamente, Fernanda Wandschneider e Cândido Lima. De 1988 a 1993, frequentou a Escola Superior de Música de Würzburg, tendo aí obtido o Bacharelato em Direcção de Orquestra e a Licenciatura em Música Sacra (Órgão com Gerhard Weinberger, Direcção de Coro com Jörg Straube e Técnicas de Composição com Zsolt Gárdonyi). Frequentou diversos cursos nas áreas da Composição Musical e Análise, da Harmonia de Jazz, da Pedagogia Musical, do Piano, do Canto e da Direcção de Coro.

Actuou em concerto como organista, cantor e maestro, tanto em Portugal como no estrangeiro (Alemanha, Inglaterra, Áustria, França). Desde 1994, é maestro do Coro da Sé Catedral do Porto. Nesse contexto, salienta-se o empenhamento na divulgação de obras de compositores portugueses, inserindo-se neste propósito as duas digressões realizadas pelo Coro na Inglaterra e na Alemanha, assim como a gravação de um CD com música vocal portuguesa da Renascença e um outro com trabalhos de composição sobre melodias populares de Natal cantadas em Portugal, num projecto conjunto de 4 compositores em que o próprio tomou parte.

Dirigiu em concerto a Orquestra Clássica do Porto, a Orquestra do Norte, a Orquestra "Brandon Hill" de Bristol, a Orquestra Sine Nomine, a Orquestra Sinfónica de Zlin e o Ensemble de Música Antiga Musica Florea de Praga. Orientou cursos de Análise, de Direcção Coral e de Órgão, tendo sido ainda assistente de Franz Stoiber nas disciplinas de Harmonia e Órgão nos cursos nacionais de Música Sacra. Fez parte ainda de Júris de diversos concursos nacionais de música.

É actualmente professor no curso de Composição da Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo, leccionando ainda no Curso de Música da Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa. A sua actividade estende-se a outros campos, de que ressaltaria a participação nas comissões técnicas que levaram à aquisição dos Órgãos de Tubos da Igreja de Nossa Senhora da Conceição no Porto e da Igreja de Santa Rita, em Ermezinde. Faz parte nesta data de diversas outras comissões semelhantes.

A sua actividade musical compreende ainda a composição musical, sendo autor de obras como "Te Deum", para Tenor solo, Coro misto, Coro de crianças e Órgão (1998), "Joie" para Órgão solo (2000), "Nós vos louvamos (Te Deum em português)" para Soprano e Tenor solos, Metais e Coro (2001). Tem gravadas duas obras suas sobre melodias natalícias portuguesas.

Em Julho de 2001, foi executada "Stabat Mater" para Coro, Percussão e Órgão pelo Norddeutscher Figuralchor, em concerto integrado na programação do Porto 2001 Capital Europeia da Cultura. Em Dezembro do mesmo ano, foi apresentado "Um Natal Português", um composição colectiva, composta em conjunto com Carlos Azevedo, Fernando Lapa e Fernando Valente, para Soprano solo, Coro e Orquestra, sobre melodias populares de Natal portuguesas. Em Julho de 2002, foi estreada no âmbito do Festival Internacional de Música da Póvoa de Varzim uma obra sua para Orquestra, "Danças com Mar", entretanto já editada em CD. Em 2003, foi estreada no Festival de Órgão de Mafra "E-motion" para dois Órgãos históricos e de 2004 ressaltaria a obra "4:3 - Dopo un film di" para 2 Pianos a 4 mãos e 3 solistas para o Festival Black & White.

CONTACTOS

Correio electrónicoCorreio: eugenio.amorim@sapo.pt

30 Julho 2005

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FERNANDO ELDORO

Natural da Ilha da Madeira, Fernando Eldoro iniciou a sua formação artística na Academia de Música e Belas-Artes do Funchal, tendo concluído os seus estudos no Conservatório Nacional de Lisboa, onde se diplomou nos cursos superiores de violino, canto de concerto e composição, ao mesmo tempo que frequentou a classe de piano. Foi aluno de Sandor Vegh e Margit Spirk (violino), Renate von Schenchendorff e Lisie Egger (canto), Jean-Françaix (música de câmara), Paul von Schillawsky (interpretação) e Michel Corboz e Kurt Prestel (direcção coral). Entre 1975 e 1982 foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, estudando direcção de orquestra com J. S. Béreau, Michel Tabachnik e John Nelson.

Ao longo dos últimos anos tem dirigido as seguintes orquestras: Orquestra Sinfónica da ORTF, Orquestra Filarmónica da Lorena Metz, Orquestra da Ópera de Lille, Orquestras de Avignon, Bordéus e Arhnen, Orquestra da Rádio de Basileia, Orquestra de Plovdiv, Orquestra da Rádio de Sófia, Kent County Orchestra, Junges Philharmonisches Niedersachsen, Junges Philhamonisches Nordhein Westfalen, Orquestra Nacional de Toulouse e Orquestra Nacional de Detmold.

Dirigiu igualmente as seguintes formações de câmara: Orquestra de Cordas de Montpellier, Ensemble de J. P. Paillard e Ensemble Jean Walter Audoli. Em Portugal, Fernando Eldoro dirigiu a Orquestra Gulbenkian, as Orquestras Sinfónicas do Porto e da RDP, Orquestra do Teatro Nacional de São Carlos, Orquestra Régie Sinfonia, Orquestra Clássica do Porto e Orquestra Metropolitana de Lisboa. Em Maio de 2001 dirigiu, pela primeira vez, a Orquestra Sinfónica Portuguesa, tendo como solista o pianista Aldo Ciccolini.

No desempenho da sua actividade profissional, teve oportunidade de dirigir nos seguintes países: Portugal, Espanha, França, Itália, Alemanha, Bélgica, Luxemburgo, Suíça, Inglaterra, Holanda, Checoslováquia, Brasil, Canadá e Índia. Desde 1984, é director musical do Festival Musique en Guyenne (Sudoeste da França), onde dirige regularmente o grande repertório sinfónico e coral-sinfónico. No âmbito deste festival dirigiu, entre outras obras, a Missa Solemnis de Beethoven (1996), a Danação de Fausto de Berlioz (1997) e o War Requiem de Benjamin Britten (1998) e irá dirigir, em Julho de 2001, obras de Verdi e Puccini.

Em 1986 iniciou uma colaboração com a Junges Philharmonisches Orchester Nordhein Westfalen, a qual inclui a realização de concertos na Alemanha e digressões no estrangeiro, com uma programação efectiva até 2004. Em Abril e Outubro de 2001 realizou duas digressões na Alemanha que incluíram concertos transmitidos em directo pela Rádio de Colónia e a gravação de um CD com obras de Beethoven e Lutoslawski. Em Agosto de 2002 dirige novamente no Festival do Domaine Forget, no Quebec (Canadá).

Desloca-se frequentemente a Espanha, Bélgica, França e Alemanha para orientar estágios ou integrar júris internacionais. Leccionou na Universidade Nova de Lisboa e na Escola Superior de Música de Lisboa. Em Portugal, desempenha actualmente as funções de Maestro Adjunto do Coro Gulbenkian e é titular das classes de conjunto do Conservatório Nacional de Lisboa.


01 Setembro 2000

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FERNANDO LAPA

Natural de Vila Real, Fernando C. Lapa obteve o diploma do Curso Superior de Composição no Conservatório de Música do Porto, na classe do prof. Cândido Lima. Premiado em diversos concursos, é autor de uma vasta obra, que inclui peças para formações de câmara ou instrumento solo, sinfónicas, corais, electroacústicas, para o cinema e o teatro.

De entre as obras mais recentemente estreadas, destacam-se: "Angelus" para flauta solo, "Cantares de Natal" para coro e orquestra, "Quadros Portugueses" para orquestra de sopros, música de cena para o Tartufo de Molière, "As cinco portas do labirinto" para contrabaixo e piano, "Cinco esboços em azul ultramar" para quinteto de sopro. Algumas das suas obras têm sido repetidamente interpretadas – nomeadamente "Ostinato", diversas vezes apresentada por várias orquestras portuguesas – tanto em Portugal como no estrangeiro. A RDP e a RTP gravaram e transmitiram obras suas, sendo de destacar a transmissão para muitos países europeus, via U.E.R, de Cantares de Natal, em Dezembro de 1997. Está também representado em várias gravações em CD.

É professor de Análise e Técnicas de Composição no Conservatório de Música do Porto desde 1984 e colaborador permanente do jornal diário “Público”, onde mantém crónicas regulares de crítica musical. Dirigiu o Coro Académico da Universidade do Minho desde a sua fundação, em 1989 até 2004.

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FERNANDO PINTO

Natural de Lisboa, Fernando Pinto é licenciado em Sociologia pelo Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa. Concluiu o Curso de Órgão da Escola de Música do Conservatório Nacional, sob a orientação do Prof. António Duarte. No âmbito do Curso Nacional de Música Sacra estudou com os professores Hubert Velten e Franz Stoiber da Academia Superior de Música Sacra de Regensburg, com quem completou, respectivamente, os cursos de Direcção Coral e Órgão.

A sua actividade musical centrou-se no campo da música sacra: Em 1989 assumiu funções de Director do Serviço de Música Sacra da Igreja dos Jerónimos, onde fundou o Coro de Santa Maria de Belém e tem fomentado uma intensa actividade de promoção cultural; Colaborou com a Escola de Artes de Pousos (Leiria), como professor de órgão; leccionou Direcção Coral, Formação Musical e Harmonia na Escola Diocesana de Música Sacra do Patriarcado de Lisboa e continua a dedicar particular atenção ao aprofundamento de áreas de estudo como interpretação do canto gregoriano, de polifonia portuguesa e da música para órgão, participando regularmente em acções de formação sobre essas matérias.

Dirige o Coro de Santa Maria de Belém desde a primeira hora, sendo responsável, nesse âmbito, pela direcção musical de numerosos concertos com agrupamentos instrumentais e diversos solistas.

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FERNANDO VALENTE

Natural de Arouca, Fernando Valente frequentou o curso de Piano e Composição do Conservatório de Música do Porto, tendo concluído com elevada classificação o curso superior de Composição. Tem frequentado diversos cursos e seminários de pedagogia musical, análise, composição, música antiga, electro-acústica e direcção coral.

É autor de várias obras corais, instrumentais (de câmara e sinfónicas) e corais-instrumentais, e grande parte apresentada publicamente. Será brevemente apresentado em disco uma obra para Flauta - "Impromptus" - integrada numa colectânea de obras de compositores portugueses daquele instrumento. Tem feito comentários a concertos e colaborado em múltiplas iniciativas ligadas a instituições locais, e tem sido membro de júri de concursos de composição.

Lecciona Análise e Técnicas de Composição no Conservatório de Música do Porto e dirige o Coro da Universidade Portucalense Infante D. Henrique.

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FILIPA PALHARES

Filipa Palhares iniciou os estudos musicais aos 9 anos no Instituto Gregoriano de Lisboa, onde estudou até 1990. Nesse ano, ingressou na Escola Superior de Música de Lisboa, onde obteve a licenciatura em Direcção Coral. Nesta escola estudou com Cristopher Bochmann, Antoine Sibertin-Blanc, Roberto Perez, Luís Madureira, Gerhard Doderer, Cremilde Rosado Fernandes e Vasco Azevedo.

Frequentou cursos de direcção coral com Bernard Tétu (Lyon) Herbert Breuer (Hamburgo) e José António Sainz Alfaro (San Sebastian). Em 1995/96 e 97 estudou com Max von Egmond, Marius Altena (canto) e Jacques Ogg (cravo) nos cursos de Música Barroca da Casa de Mateus. Frequentou em 98/99, o curso de aperfeiçoamento artístico em Direcção Coral no Real Conservatório Superior de Musica de Madrid, com Adrián Cobo.

Iniciou a sua actividade docente em 1990, leccionando as disciplinas de Coro e Formação Musical, assim como Música para bailarinos. Foi professora na Academia de Amadores de Música, na Academia de Música de Santa Cecília e na Academia de Dança Contemporânea de Setúbal, leccionando desde 1994 no Conservatório Regional de Setúbal, onde exerceu o cargo de Directora Pedagógica e, desde 2006, no Instituto Gregoriano de Lisboa.

Foi membro da Camerata Vocal de Lisboa e do Coro Feminino Cantata, dirigiu o Orfeão da Covilhã de 1997 a 2000, o Conductus Ensemble de 1996 a 2001 e o Grupo Coral de Lagos, de 2000 a 2003, com quem Gravou em Outubro de 2000, o CD de música coral "Terra Morena". Dirigiu de 2002 a 2006 o Grupo Coral Encontro, com quem gravou o CD "25 anos de Canto". Dirige o Grupo Coral da Sociedade filarmónica Palmelense "Loureiros" desde Março de 2007.

21 Março 2007

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FILIPE CARVALHEIRO

Filipe Carvalheiro nasceu em Lisboa, onde iniciou os estudos musicais. Estudou Piano e Educação Musical, completando a sua formação básica em Composição, Acústica e História da Música na Escola de Música do Conservatório Nacional. No domínio da Composição, frequentou igualmente seminários organizados pela Fundação Calouste Gulbenkian e orientados por Emanuel Nunes. Prosseguiu os seus estudos na Escola Superior de Música de Lisboa onde, sob a orientação de Christopher Bochmann concluiu o curso de Composição sendo por essa altura nomeado Presidente da Associação Portuguesa de Compositores. Para a sua formação como maestro frequentou diversos cursos, quer em Portugal quer no Estrangeiro, salientando-se o grau de Mestrado em Direcção que adquiriu no College-Conservatory of Music da Universidade de Cincinnati, nos Estados Unidos.

A sua estreia na direcção de Orquestra aconteceu antes da partida para os Estados Unidos, apresentando-se, em Aveiro, com a Orquestra do Conservatório Gulbenkian. Regressado a Portugal foi convidado a dirigir a Orquestra Portuguesa do Século XVIII com a qual apresentou obras de Vivaldi, Bach e Handel, a Orquestra Foco Musical com a qual apresentou Pedro e o Lobo de Prokofiev, a Orquestra Concertia com a qual apresentou obras de Carlos Seixas, Pedro Avondano, W. A. Mozart e Joaquin Rodrigo, o Coro da Juventude Musical Portuguesa e o Coro Regina Coeli de Lisboa, dirigindo estes últimos em inúmeras obras a capella e do repertório coral sinfónico.

É, desde 1997, maestro da Orquestra de Amadores da Juventude Musical Portuguesa, agrupamento com que realiza frequentemente concertos comentados, em especial dedicados à formação de novos públicos, tendo para esta Orquestra adaptado e apresentado inúmeras obras desde o Renascimento ao Século XX. Na sequência deste trabalho foi convidado pela TSF (rádio) a realizar uma série de programas que vem apresentando desde 1999 e que se têm revelado uma iniciativa de sucesso na formação do público. Colabora frequentemente com o Teatro Nacional de S. Carlos e, para além da actividade como maestro e compositor, desenvolve ainda actividade como professor, orientando designadamente cursos de direcção, articulista, jurado de concursos e director musical em peças de teatro.

Recentemente foi convidado a assumir o cargo de director adjunto da revista Arte Musical e de Maestro da Orquestra do Círculo de Música de Câmara. Desde 1988 desempenha a função de Assessor Musical da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, sendo nessa qualidade o Director Artístico da Temporada anual de concertos "Música em S. Roque".

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FILIPE VERÍSSIMO

Filipe Veríssimo nasceu no Porto em 1975. Licenciado em Música Sacra pela Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa – Porto, Filipe Veríssimo frequenta o Mestrado em Musicologia Histórica na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Contactou com organistas como M. Bernreuther, O. Latry, F. Lehrndorfer, P. Planiavsky e F. J. Stoiber trabalhando, actualmente, em Paris com Eric Lebrun. Em 1995, obteve o primeiro prémio no Concurso Nacional de Órgão.

Professor de Órgão no III Curso Nacional de Música Litúrgica, Filipe Veríssimo é organista principal do Grande Órgão de Tubos Georg Jann da Igreja da Lapa – Porto. Em 1 de Novembro de 2002 foi nomeado Mestre Capela da Igreja da Lapa. Em 2003 fundou o "PortoGalante Ensemble", orquestra que se dedica à interpretação da música barroca com instrumentos da época.

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HÉLDER APÓSTOLO

Hélder Apóstolo iniciou o estudo da música cedo, pela mão de seus familiares. Os mesmos foram depois seguidos no Seminário Menor de Aveiro e no Conservatório Regional de Aveiro, onde foi aluno, entre outros, do Padre Doutor Arménio da Costa Júnior, pela mão de quem iniciou, academicamente, os estudos musicais. Prosseguiu os mesmos em Coimbra, concluindo aí o curriculum de formação Musical dos Seminários Portugueses, vindo, posteriormente, a obter a Licenciatura em Canto Gregoriano e Direcção Coral. Foi aluno de canto, entre outros, de Maria do Rosário Brandão e Manuel António Serrico. Conta no seu curriculum com vasta experiência de execução e direcção coral, bem como de formação e/ou revitalização de vários Coros, nomeadamente no distrito de Coimbra e Braga.

Como compositor, tem apresentado e feito executar algumas peças, quer para vozes mistas quer para vozes iguais, à "Capella", quer para Coro e Órgão e Instrumentos de Corda ou de Sopro. Dentre estas salientam-se: Para a Liturgia: Salmos Responsoriais; Introitos; Aleluias; duas Missas para Coro Misto e órgão; uma Missa polifónica, à "Capella" em honra do Beato D. Frei Bartolomeu dos Mártires; vários Hinos; e um Requiem, para vozes iguais; dois conjuntos de Vésperas do Santíssimo Sacramento, para vozes mistas e vozes Iguais; Vésperas de S. José; Segundas Vésperas do Ofício da Dedicação da Igreja de Braga; alguns arranjos polifónicos, quer para vozes mistas, quer para vozes Iguais, à "Capella", a partir do Canto Gregoriano; etc. É fundador e Maestro do Coro Gregoriano de Braga e também do Coro da Sé Primacial de Braga.

Foi nomeado Mestre Capela da Catedral Bracarense em 10 de Junho de 2000. É presidente da Comissão Instaladora do Instituto Gregoriano de Braga, projecto a levar a efeito em parceria com a Universidade do Minho, a Arquidiocese de Braga, o Coro Gregoriano de Braga, o Cabido Metropolitano e Primacial de Braga e outras entidades. É, ainda, Licenciado em Teologia pela Universidade Católica Portuguesa; Mestre em Filosofia pela Universidade do Minho, onde faz, neste momento, investigação para Doutoramento, ao mesmo tempo que conclui a Licenciatura em Direito Civil na mesma Universidade.

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HENRIQUE PILOTO

Henrique Piloto é formado em Direcção de Orquestra pela Academia Nacional Superior de Orquestra, em Lisboa, onde estudou Teoria e Técnica da Direcção de Orquestra sob a orientação de Jean-Marc Burfin, trabalhando um vasto repertório que abrange grandes períodos e compositores da História da Música, desde o aparecimento da orquestra de arcos às grandes orquestras sinfónicas dos nossos dias. Foi seleccionado pelo maestro Jean-Sébastien Béreau, professor de Direcção de Orquestra no Conservatório Superior de Paris, para integrar as suas classes de aperfeiçoamento, nas quais trabalhou exaustivamente uma grande parte do repertório francês, incluindo os compositores G. Bizet, Ravel, Debussy, Roussel, I. Ibert, Boulez, entre outros. Possui ainda o curso de Canto Gregoriano e o curso superior de Direcção Coral da Escola Superior de Música de Lisboa, onde estudou com Christopher Bochmann, Antoine Sibertin-Blanc, Luís Madureira e Maria Helena Pires de Matos.

Terminados os seus estudos, foi convidado a leccionar no Instituto Gregoriano de Lisboa, na Academia de Música Eborense e no Instituto Superior de Ciências Educativas. Foi membro fundador do Coro Gregoriano de Lisboa, com o qual efectuou inúmeros concertos no País e no estrangeiro, e do Coro Syntagma Musicum, com o qual obteve o primeiro prémio num Concurso Nacional de Coros.

Dirigiu a Orquestra Académica Metropolitana nas salas mais importantes de Lisboa (Centro Cultural de Belém, Câmara Municipal de Lisboa, Aula Magna da Reitoria da Universidade de Lisboa, entre outras). Entre os anos de 1997 e 2001 ocupou o lugar de maestro assistente da Orquestra de Câmara de Macau. Em Outubro de 1997 apresentou-se no Teatro Sichuan (Chengdu), no V Festival de Artes da China, tendo recebido as melhores críticas. Em Novembro do mesmo ano participou na primeira edição da Orchestra Sumit (Japão), destinada a maestros residentes na Ásia, Em Macau, na abertura dos Concertos de S. Domingos, dirigiu o Oratory Choir of Hong-Kong e a Orquestra de Câmara de Macau. Participou ainda no l Festival de Música de Pequim e no Festival Internacional de Artes de Xangai.

Em 1998 gravou um CD dirigindo o Concerto para Cordas de Joly Braga Santos. Ainda em Macau, foi convidado a dirigir na cerimónia de transferência da soberania de Macau para a China. De regresso a Portugal, Henrique Piloto foi convidado a orientar vários estágios de orquestra, bem como a dirigir as classes de Coro e de Orquestra de vários conservatórios da região de Lisboa, entre eles a Escola de Música Nossa Senhora do Cabo.

Junho 2004

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IAN MIKIRTOUMOV

Natural de Moscovo (Rússia), Ian Mikirtoumov iniciou a sua formação profissional aos 5 anos de idade na Escola Estatal do Arte Coral "A. V. Sweschnikov" na especialidade de "Direcção Coral" onde estudou 11 anos e obteve diploma com distinção na especialidade de "Direcção Coral". Em 1997, finalizou a Licenciatura em "Direcção Coral" na Academia Superior de Arte Coral em Moscovo na classe de Viktor Popov (Direcção Coral) e Mikhail Arkadiev (Piano). Entre Setembro de 97 e Janeiro de 1998, especializou-se em Composição no Conservatório Superior de P. I. Tchaikovsky, em Moscovo. A partir de 1989, tem desenvolvido uma grande actividade de concertos e recitais como cantor, pianista - acompanhador, compositor e maestro do coro. Trabalhou com inúmeros coros mistos e masculinos de Moscovo, entre os quais Coro Juvenil "Sweschnikov", Coro de Academia da Arte Coral, Coro masculino do Patriarcado de Moscovo, Coro masculino "Academia Coral", Coro de Teatro "Nova Opera", Coro do Mosteiro Sviato Danilovskij, entre outros. Participou em tournée na Alemanha, França, Suíça, Suécia, Itália, Polónia, Finlândia, Noruega, Japão, EUA e Rússia. Ganhou vários concursos de "Formação Musical" em vários níveis. Participou nos vários cursos de "Direcção Coral" orientados por B. Tevlin, A. Sokolov, Helmut Rieling, Victor Popov, entre outros.

Em 1995, participou no Primeiro Concurso Nacional dos Maestros dos Coros (Salavat Yulaev, Russia) obtendo prémio especial do júri. Em Março de 2001, participou no curso de Piano que decorreu na Universidade de Aveiro (Portugal) orientado por Valery Starodubrovsky. Entre 1991-1994 trabalhou como maestro de ensemble vocal e solista no famoso teatro dramático "Lenkom" em Moscovo, onde fez varios estreias de espectáculos musicais. Escreveu a música para várias peças teatrais. Desde 1993, dedicou-se à música antiga como solista (tenor), coloborou com os grupos de música antiga "Madrigal" da Filarmónica de Moscovo, "Lad", quarteto vocal "Argushev - consort", quarteto masculino "Pesnoslov". Gravou varios discos e CD com coros e orquestras da Rússia e Alemanha, interpretou o papel solista - tenor nas obras J. S. Bach "Johannes Passion", H. Schutz "História de Natal", L. van Beethoven "Missa solemnis", G. Berlioz "Infância de Jesus Cristo", E. Denisov "A vida e a morte de Jesus Cristo", em estreia absoluta, entre outros.

Desde 1999 reside em Portugal onde começou a sua carreira como professor. Leccionou em vários escolas do país disciplinas: Coro, Canto, Formação Musical, Musica da Câmara, Piano e Acompanhamento. Foi entrevistado pela revista "Algarve Mais" em Março 2001 e no "Diário Cultural do Algarve" em Abril de 2003. Em 2001, formou o seu próprio grupo "Contradição" com qual fez vários recitais, entre os quais no Centro Cultural de Belém. Foi Maestro do Coro dos Pequenos Cantores de Academia Amadores de Música, com qual participou na apresentação de ópera "Boris Godunov" no Teatro "São Carlos" em Lisboa.

Fundou os Grupos Corais Juvenil e "Sénior" do Conservatório de Música de Albufeira, com os quais regularmente actua no Algarve. Em 2002, deslocou-se a França para representar Portugal no 1º Festival de Coros Juvenis e em 2004 fez degressão pela Alemanha. Recentemente apresentou o musical "Músicos de Bremen" e participou nos concertos com Orquestra da Escola Profissional de Música de Espinho e Orquestra do Algarve para quais fez instrumentação de duas obras.

Teve várias actuações como pianista - acompanhador entre os quais festival "MUSA" em Almada, 3º concurso de Instrumentos de Arco "Júlio Cardona" em Covilhã, "Prémio Jovens Músicos", Concurso de Interpretação em Estoril. É regularmente convidado para acompanhar instrumentistas e cantores. Anualmente trabalha com Merce Obiol na "masterclass" de Canto na Academia de Amadores de Música.

Actualmente lecciona na Academia Nacional Superior de Orquestra, Academia de Amadores de Música, é professor de Coro e Canto no Conservatório de Musica de Albufeira. Dirige vários grupos música de câmara. No mundo de Internet, criou vários páginas, entre as quais "Música Clássica em Portugal" e "Coro Júnior e Sénior do Conservatório de Música de Albufeira".

CONTACTOS

Correio electrónicoCorreio: ianmik@sapo.pt

09 Março 2006

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IDALETE GIGA

Natural de Montemor-o-Novo, Idalete Giga é licenciada em Ciências Musicais pela Universidade Nova de Lisboa. Estudou também Pedagogia Musical Helden com Manuela Tamagnini e Pedagogia Musical segundo o Método Ward (quatro anos lectivos e respectivos estágios) curso que concluíu em 1977, no Instituto Gregoriano de Lisboa, sob a orientação de Júlia d´Almendra.

Terminou os cursos de Canto Gregoriano, Direcção Gregoriana e Direcção Polifónica no mesmo Instituto. Estudou ainda com outros mestres, nomeadamente, Jos Lennards do Instituto Ward de Roermond, na Holanda, Bernard Girod, do Conservatório de Genebra, Theodore Marier, Presidente do Centro Internacional de Estudos do Método Ward da Universidade Católica de Washington, Edith Weber, da Universidade da Sorbonne, Heinz Hennig e Peter Sefcik do Conservatório de Hannover e Marie Thérèse Boyer, musicóloga e investigadora no Centro Nacional de Investigação Científica de Paris.

No Conservatório Nacional, em Lisboa, frequentou o curso especial de flauta transversal na classe de Louis Boulton, entre 1970 e 1974 e terminou os cursos geral e superior de canto em 1980 e 1985. Desde 1978 é membro efectivo do Coro da Fundação Calouste Gulbenkian.

É Assistente no Departamento de Pedagogia e Educação da Universidade de Évora onde lecciona as cadeiras de Expressão e Comunicação não Verbais e Didáctica da Música nos cursos de Licenciatura de Educação de Infância e Professores do 1º Ciclo. Desde 1993 tem sido convidada para leccionar a cadeira de Didáctica Específica e Tecnologia Educativa para a Educação Musical (Profissionalização em Serviço) na mesma Universidade. Leccionou ainda as cadeiras de História da Música (cadeira de opção da Licenciatura em História) e Prática Coral no curso de Licenciatura em Música.

Foi membro do Grupo de Trabalho responsável pela área da Música e pela elaboração do Plano de Estudos inicial da Licenciatura em Música e membro da Comissão Instaladora dos Ensinos Artísticos da Universidade de Évora. Em 1996 apresentou nesta Universidade as Provas de Aptidão Pedagógica e Capacidade Científica sobre o tema "Aspectos da Formação da Voz nos Métodos Activos de Educação Musical".

Antes de ingressar na Universidade de Évora foi membro da Equipa da Área das Expressões Artísticas, no Instituto de Inovação Educacional, entre 1988 e 1991.

A sua longa experiência no campo do ensino da Música abrange crianças desde a idade pré-escolar e escolar, jovens e adultos. Durante vários anos leccionou Pedagogia Musical Ward e Helden no Centro de Estudos Gregorianos, Instituto Gregoriano de Lisboa e Juventude Musical Portuguesa a crianças em idade pré-escolar e escolar (1º ciclo do E. B.).

Na formação de Professores e Educadores de Infância, Professores de Educação Musical e estudantes de Música organiza, anualmente, cursos intensivos no Centro Ward de Lisboa e outras Instituições. Tem realizado também acções de formação FOCO, na área da Educação e Expressão Musical, em várias zonas do Alto Alentejo, nomeadamente, Évora, Montemor-o-Novo e Vendas Novas.

Colabora com a Associação Eborae Musica desde 1997, tendo sido convidada por esta Escola para directora artística do Coro Infantil e ainda para responsável pedagógica do Projecto "Sensibilização para a Música nas Escolas do 1º Ciclo" da cidade de Évora.

É responsável, desde 1994, pela organização anual das Semanas de Estudos Gregorianos onde tem leccionado Canto Gregoriano e Pedagogia Musical Ward/Helden.

Para além da sua actividade pedagógica dedica-se também à pesquisa, estudo e interpretação do Canto Gregoriano.

Em 1985 fundou o Coro Capela Gregoriana LAUS DEO que continua a dirigir e com o qual realizou várias gravações de Canto Gregoriano, Polifonia e Cantos Religiosos tradicionais portugueses alusivos ao Natal.

É autora de várias comunicações e artigos dispersos por revistas e jornais sobre temáticas que incluem, nomeadamente, Pedagogia Musical Ward e Helden, Canto Gregoriano, Simbolismo Musical, Etnomusicologia, Educação Vocal, Interdisciplinaridade e Criatividade Musical.

Colaborou na tradução e adaptação para a língua portuguesa das obras da pedagoga americana Justine Ward. No domínio da composição tem harmonizado canções populares tradicionais de cancioneiros portugueses e estrangeiros e criado canções para crianças em idade pré-escolar e escolar sobretudo com fins didácticos.

21 Março 2007

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JAIRO GROSSI

Pianista, cuja formação passou por nomes como Alfredo Cerquinho, Jacques Klein, Homero de Magalhães e Magda Tagliaferro, Jairo Grossi alcançou vários prémios em concursos de piano e para solistas da orquestra Sinfónica do estado de São Paulo. Tem-se apresentado tanto como solista como em música de câmara pelo Brasil, França, Africa do Sul, Estados Unidos e em Portugal.

Por dois anos consecutivos foi convidado para ser o pianista oficial do Concurso para jovens clarinetistas de Portugal. Actualmente reside em Portugal onde desenvolve trabalho como pianista no Conservatório de Música do Porto, na escola profissional Artística Vale do AVE (ARTAVE) e no Conservatório Superior de Música de Gaia. Frequenta o Mestrado em Piano, pela Universidade de Schefield.

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JOÃO CANIÇO

O Maestro Padre João Caniço é diplomado em Direcção de Canto Gregoriano e em Direcção Coral Polifónica, pelo Instituto Gregoriano de Lisboa, tendo frequentado, ao longo dos anos, diversos cursos breves de actualização e de aperfeiçoamento em Portugal, França e Itália.

Completa, neste ano de 2009, 43 anos de actividade coral ininterrupta, em Portugal, Timor-Leste, Itália e Angola. Entre outros, fundou em 1984 o Coro de Lisboa da Rádio Renascença, com os seus Coros Infantil (1985) e Juvenil (1990), que dirigiu até 1998.

Com orquestras e coros diversos, gravou, para as Edições Paulistas (Paulus) e para outros editores, 34 obras (Cristo Libertador, Caminha Povo de Deus, Vem Senhor Jesus etc.) em disco, cassete ou CD, com finalidades pedagógico-religiosas, dirigidas sobretudo ao mundo juvenil.

Dirige actualmente o Coro Santo Inácio, que ajudou a fundar em Setembro de 2002.

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TelefoneTel. (00 351) 217 541 626

TelemóvelTlm. (00 351) 919 313 946

TelemóvelFax: (00 351) 217 541 624

SítioSítio: www.ppcj.pt/csi

Correio electrónicoCorreio: joao.canico@netcabo.pt

03 Junho 2009

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JOÃO DUQUE

João Manuel Duque nasceu em 1964, na freguesia de Pinheiros, concelho de Monção. Frequentou os seminários arquidiocesanos de Braga, onde estudou música com Domingos Brandão, Faria Borda, Sousa Marques, Joaquim Mesquita, Manuel Faria, Joaquim dos Santos e Azevedo Oliveira. Entre 1985 e 1988, realizou estudos de órgão (com Domingos Peixoto), composição e direcção coral e leccionou História da Música, Composição, Educação Musical, Órgão e Coro no Centro de Cultura Musical das Caldas da Saúde e na Academia de Música de Barcelos. Terminou em 1987, com o exame final do curso superior de composição e o exame de 10º Grau de órgão. No mesmo ano, foi terceiro prémio em órgão, no concurso da Juventude Musical Portuguesa. Participou em cursos intensivos de direcção coral, com José Robert, e fez o curso de direcção gregoriana, com Roger Kart, nas Semanas Gregorianas de Fátima.

Em 1989, deslocou-se para a Alemanha, onde trabalhou, durante quatro anos, como animador pastoral da comunidade portuguesa da diocese de Speyer, com centro em Kaiserslautern, tendo frequentado a pós-graduação em Teologia na Faculdade Jesuíta de Teologia, em Frankfurt, que concluiu com o doutoramento em Teologia Fundamental, como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, em 1996. Frequentou aulas particulares de órgão e dirigiu vários coros. Em Frankfurt, fez parte de um coro de câmara e de um coro de gregoriano.

Regressado a Portugal em 1996, leccionando na Faculdade de Teologia (Braga e Porto), na Faculdade de Filosofia (Braga), na Faculdade de Ciências Sociais (Braga), na Escola das Artes (Porto) da Universidade Católica e no Instituto Teológico Compostelano. É director artístico do "Coral Deu-la-Deu" (Monção), do "Coro dos Alunos do Centro Regional de Braga da UCP" e da "Cappella Bracarensis". Tem realizado alguns trabalhos de composição, sobretudo na área da música coral e em arranjos de música sacra para coro e instrumentos de sopro.

30 Julho 2004

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JOÃO LUÍS NABO

João Luís Nabo nasceu em 1960 em Montemor-o-Novo. Dedicado, desde muito cedo, à música instrumental e coral, enveredou no entanto por uma carreira profissional completamente diferente; licenciado em Línguas e Literaturas Modernas pela Universidade Clássica de Lisboa, com mestrado em Criações Literárias Contemporâneas, pela Universidade de Évora, na especialidade de Literatura Norte-Americana, é actualmente professor efectivo na Escola Secundária de Montemor-o-Novo.

Frequentou a Academia dos Amadores de Música de Évora, estudou piano com professores particulares, entre os quais Isabel Joaquina da Cruz, e fundou e dirigiu o Coral de Letras da Faculdade onde fez os seus estudos. Foi organista e director do Coro Litúrgico da Igreja Matriz de Montemor-o-Novo, de 1979 a 1990, professor de piano da Escola de Música da Sociedade Carlista, em 1990 e 1991, e director do jornal regional "Folha de Montemor" de Outubro de 1989 a Abril de 2003, e é, actualmente, colunista no jornal "O Montemorense". Foi tenor do Coral da Universidade de Lisboa, onde trabalhou sob a direcção de Francisco D'Orey e José Robert; frequentou o II e III Cursos Internacionais de Sines, em 1990 e 1991, onde estudou canto e técnica vocal com Elisete Bayan e Vianney da Cruz e direcção coral com Anton de Beer e Edgar Saramago.

Frequentou, igualmente, em 2000 e em 2001 o I e II Cursos de Técnica Vocal de Montemor-o-Novo, orientados por Maria João Serrão, a V Oficina de Canto Gregoriano, em Março de 2003, ministrado por Idalete Giga e, em 2006, o III Curso de Técnica Vocal de Montemor-o-Novo com Sara Belo e Hugo Sovelas. Compôs para teatro e são de sua autoria várias peças sacras, interpretadas regularmente pelo Coral de S. Domingos, estando uma delas incluída no segundo trabalho discográfico do grupo.

A sua primeira incursão na literatura aconteceu em Junho de 2004, com a publicação do livro Alentejo sem Fim - Contos, pela Editorial Tágide, de Lisboa. Em Junho de 2005 lançou mais um título - O Lago e Outra História Depois - numa edição conjunta da Editorial Tágide e da Câmara Municipal de Montemor-o-Novo.

Fundou e dirige o Coral de São Domingos de Montemor-o-Novo.

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09 Março 2009

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JOÃO PEDRO FERNANDES

Natural de Almada, João Pedro Fernandes fez o curso de clarinete no Conservatório de Lisboa na de Jaime Carriço. Após ingressar na Universidade de Aveiro, licenciou-se em 1996 em ensino de música (área específica de clarinete), sob orientação de António Saiote e Luís Silva. Foi fundador do grupo de música de câmara OPUS 3, com o qual deu recitais em várias cidades portuguesas.

A partir de 1997 dedicou-se também à direcção coral, orquestral e técnica vocal, trabalhando regularmente com vários maestros entre os quais se destacam Filipe Carvalheiro, António Lourenço, Eugenia Vãcãrescu e Robert Houlihan. Integrou até 2002, o Vocal Ensemble, grupo de música antiga da Universidade de Aveiro. Foi maestro do Orfeão de Ovar e do Coro de Santa Joana de Aveiro.

É professor de classes de conjunto - Coro - no Conservatório de Música do Porto e no Conservatório de Música de Fornos, e maestro do Orfeão Egas Moniz e da Orquestra da Academia de Música de Vilar do Paraíso.

Actualmente estuda no Conservatório Nacional da Região de Lille, França direcção de orquestra com o maestro Jean Sebastian Berreau.

06 Janeiro 2007

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JOAQUIM VICENTE NARCISO

Joaquim Vicente Narciso foi aluno do Instituto Gregoriano de Lisboa onde trabalhou com Júlia d'Almendra. No mesmo Instituto cursou Órgão com Antoine Sibertin-Blanc. Frequentou na Gulbenkian um curso de Iniciação Musical e Pedagogia Infantil dado por Edgar Willems. Igualmente na Gulbenkian frequentou Direcção Coral com Pierre Kelin. Em cursos de Música Antiga trabalhou com Santiago Kastner e Joaquim Simões da Hora. Trabalhou com Arsène Bedois em curso de aperfeiçoamento e técnica de Órgão, nas Semanas Gregorianas, em Fátima. Tem frequentado diversos cursos nacionais e internacionais relacionados com a Música, direcção musical e Órgão.

Dirigiu o Coral da Sé de Leiria durante 8 anos. Foi Mestre de Coro e Organista no Santuário de Fátima. Dirigiu o Coral da Filarmónica das Cortes, tendo realizado e dirigido o 1º e 2º Encontros Nacionais de Coros de Semana Santa, realizados na Sé de Leiria, organizados pelo mesmo Coral. Promoveu e dirigiu o 1º Encontro de Coros do Distrito de Leiria, organizado pelo Coral do BNU - Leiria. É professor de Órgão em escolas de música.

Foi recentemente agraciado com a Medalha de Mérito Cultural "Austregésilo de Athayde" pela Academia de Letras e Artes de Paranapuã - ALAP - Brasil. Em 1993 foi galardoado pelo Município de Leiria pela dedicação e entusiasmo ao estudo e divulgação da música. Realizou o "Magnificat" de Pergolesi com a Orquestra de Fornos (Santa Maria da Feira) e com os Corais que dirigia aquando dos 125 anos da Filarmónica dos Pousos.

Pesquisou, recolheu, realizou e dirigiu, em estreia absoluta, o "Te Deum " (composto em 1870) de Inácio Aires de Azevedo, compositor leiriense, obra que se julgava perdida, realização levada a efeito com a colaboração da Orquestra Juvenil de Fornos - Santa Maria da Feira e o Coral Quodlibet - agrupamento de cinco corais criado para a realização de obras Corais Sinfónicas. Foi o organizador e responsável gráfico pelo "Cancioneiro de Entre Mar e Serra da Alta Estremadura", de José Ribeiro de Sousa - o maior cancioneiro até agora publicado em Portugal.

23 Janeiro 2007

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JORGE ALVES

Jorge Alves fez os seus estudos no Instituto Gregoriano de Lisboa - Curso Geral de Canto Gregoriano - e, posteriormente na Escola Superior de Música de Lisboa - Curso Superior de Direcção. Frequentou diversos cursos de Direcção Coral e Técnica Vocal em Portugal e no estrangeiro, tendo estudado com José Robert, Edgar Saramago, Lazlo Eldoro, Anton de Beer, Erwin List, Luís Madureira e Jill Feldman. Colaborou no Coro do Teatro Nacional de S. Carlos em diversas óperas, entre 1984 e 1988, ano em que ingressa no Coro Gulbenkian.

Em Outubro de 1984 inicia a sua carreira como Director Coral com o Coro de Câmara Syntagma Musicum, com o qual obtém o prémio "Novos Valores da Cultura", em 1988, atribuído pela Secretaria de Estado da Cultura. Tem realizado concertos com diversos coros e grupos instrumentais, em Portugal e no estrangeiro. Leccionou as disciplinas de Coro e Formação Musical em diversos Conservatórios, Escolas profissionais de Música e outros estabelecimentos de ensino. Orientou o "II Seminário de Canto Coral Vox Aurea", em Madrid (1996), destinado a Directores Corais.

São de destacar as apresentações, com o Coral Lisboa Cantat, da "Missa para duplo Coro" de Frank Martin com o Coro Syntagma Musicum, bem como as obras "Carmina Burana" de Carl Orff, "Requiem" de Gabriel Fauré, "Petite Messe Solemnelle" de Rossini, "Requiem" de Maurice Duruflé, "Requiem" de Verdi, "Requiem" de J. Brahms entre outras. Actualmente, dirige o Coro da Universidade Técnica de Lisboa, o Coral Lisboa Cantat, o Coral Luísa Todi e o Grupo Coral Encontro, de Queluz. Desde Maio de 2001, é Maestro assistente do Coro do Teatro Nacional de S. Carlos e pertence ao quarteto vocal "Tetvocal".

03 Dezembro 2004

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JORGE MATTA

Jorge Matta estudou Direcção de Coros com José Aquino e e Direcção de Orquestra com Colin Meters e Georges Hurst, em Inglaterra, como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian.

É, desde 1976, maestro assistente do Coro Gulbenkian. Fundou em 1981 a Orquestra de Câmara de Lisboa. Professor durante vários anos no Conservatório Nacional de Lisboa (Escola Superior de Educação pela Arte), ensina actualmente na Universidade Nova de Lisboa (Departamento de Ciências Musicais), onde prepara também as provas de doutoramento.

Interessado no estudo e divulgação de música portuguesa, tem realizado inúmeras primeiras audições modernas de obras vocais e instrumentais de compositores como Filipe de Magalhães, Lopes Morago, Carlos Seixas, Francisco António de Almeida, Pedro António Avondano e José Joaquim dos Santos, entre outros, e estreias absolutas de obras de Constança Capdeville, Jorge Peixinho, Fernando Lopes-Graça, Filipe Pires e Miguel Azguime. Gravou várias séries de programas de televisão, uma das quais, "Tempos da Música" (1988), inteiramente dedicada à música portuguesa. Representou Portugal na Eurovisão e na Mundovisão, em 1986.

Dirigiu a Orquestra Sinfónica da RDP, a Orquestra de Câmara de Macau, a Orquestra de Câmara de Lisboa, a Orquestra de Câmara Sousa Carvalho, a Orquestra Musicatlântico, a Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, o Collegium Instrumentale de Bruges e o Coro da Radiodifusão da Baviera. Participou nos Festivais Internacionais de Pamplona, Palência e Badajoz (Espanha), Rottenbourg e Munique (Alemanha), Bruxelas (Europália'91) e Israel (1998).

A sua discografia inclui discos com o Coro Gulbenkian ("Canções Corais" de Filipe Pires, Libera me de Constança Capdeville, "Opera Omnia" de Diogo Dias Melgás, "Música Sacra" de Joaquim Casimiro Junior), com o grupo Cantus Firmus ("Cantochão Figurado") e com a Orquestra de Câmara de Lisboa ("Música Portuguesa do séc. XVIII"), que mereceu, entre outros, um prémio da Academia Francesa do Disco. Em 2000-2001 foi director do Teatro Nacional de São Carlos. Actualmente é presidente da Comissão de Acompanhamento das Orquestras Regionais.

30 Novembro 2003

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JOSÉ ABEL CARRIÇO

Natural de Vila do Conde, José Abel Carriço cedo iniciou os estudos musicais nos Seminários Diocesanos de Braga, onde trabalhou, nomeadamente, com o Dr. Manuel Faria. Concluiu o Curso Superior de Canto, com a Professora Fernanda Correia, no Conservatório de Música do Porto. É licenciado pela Universidade do Minho, onde obteve o Diploma de Estudos Superiores Especializados em Educação Musical. Tem frequentado diversos cursos para o aperfeiçoamento em Direcção Coral, Técnica Vocal, Análise e Técnicas de Composição, destacando-se, entre os mestres com quem já trabalhou, José Luís Borges Coelho, José Robert, Edgar Saramago, António Lourenço, Peter Phillips e, do Instituto Superior de Música Sacra de Regensbourg, Herbert Velten e Joseph Stoiber; e, em cursos de Direcção de Orquestra, Erwin Liszt, G. Keegelman e Robert Houlian. Cooperou com a Orquestra do Norte nos seus "Concertos Pedagógicos".

Leccionou, durante vários anos, na Academia de Música S. Pio X, em Vila do Conde. Foi Formador, nas áreas e domínios da Expressão Musical e Didácticas Específicas da Educação Musical/Música do Ensino Básico, no Centro de Formação de Professores Dr. Fernando Barbosa da Póvoa de Varzim. Como resultado da pesquisa que tem vindo a realizar, a nível biográfico e de obras musicais, de autores poveiros, já publicou os livros: Arnaldo Moreira (1879/1962) - Doze temas de Natal (2000) e Josué Trocado (1882/1962) - Uma presença musical (2004).

Lecciona na Escola Dr. Flávio Gonçalves da Póvoa de Varzim, onde pertence ao Quadro de Nomeação Definitiva, e na Escola de Música da Póvoa de Varzim, desde a sua criação, onde também dirige o "Coral Ensaio", com o qual tem realizado vários concertos, "a capella" e com acompanhamento instrumental, em Portugal, Espanha e na Bélgica.

22 Novembro 2004

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JOSÉ BELARMINO SOARES

José Belarmino Soares frequentou os Seminários Diocesanos do Porto, onde iniciou a sua formação musical, principalmente com o P.e Luís Rodrigues, insigne maestro e compositor de renome internacional, o qual legou para a posteridade uma obra musical de grande relevo. Estudou também com César de Morais, na sua preparação para o Conservatório de Música do Porto. Posteriormente foi colaborador e aluno do Maestro italiano D. Angelo Fasciollo, com o qual estudou órgão, composição e direcção de coros. Desde 1960, foi organista na Igreja da Lapa, na missa do meio-dia. Passou a pertencer ao Coro S. Tarcísio da Igreja da Lapa em 1958, desempenhando funções de organista, ensaiador e maestro substituto.

A partir de 1979 assumiu as funções de maestro titular daquele Coro. Desenvolveu também uma actividade docente, tendo sido professor de canto coral e educação musical no Colégio Almeida Garrett. Frequentou a Universidade do Porto, onde se licenciou em Economia. Dedicou-se ao ensino de música, tendo sido professor de Canto Coral e Educação Musical no Colégio Almeida Garrett. Desenvolveu na Universidade várias actividades musicais, quer no Orfeão Universitário do Porto, onde fundou e dirigiu a Tuna, quer na Juventude Universitária Católica. Dirigiu ainda a Tuna da Associação dos Antigos Orfeonistas da Universidade do Porto e o Coro desta Associação. Faleceu a 22 de Agosto de 2000.

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JOSÉ CARLOS OLIVEIRA

José Carlos Oliveira, nascido em 1972, em Angola, iniciou os estudos musicais treze anos mais tarde, como autodidacta, tendo assumido nesse momento a posição de organista na Igreja de S. José Operário em Castelo Branco.

Mais tarde, durante a sua permanência em Évora, onde estudava Engenharia Biofísica na Universidade, iniciou os estudos oficiais na Academia de Música Eborense, tendo concluído o curso básico entre Outubro de 1991 e Julho de 1993.

Em Setembro de 1993, ingressou no Curso de Direcção Coral da Escola Superior de Música de Lisboa, onde permaneceu durante um ano.

Durante este período (1991-1994), estudou órgão sucessivamente com João Paulo Janeiro, Antoine Sibertin-Blanc e Rosa Amorim. Em simultâneo, foi aluno do 1º Curso Nacional de Música Litúrgica, realizado pelo Santuário de Fátima e Secretariado Nacional de Música Sacra.

Na sequência dos resultados obtidos nesse curso, foi convidado a prosseguir o estudo de Música Sacra na Academia de Música Sacra e Formação Musical de Regensburg (Alemanha). Assim, entre Setembro de 1994 e Julho de 2000 concluiu o Curso de Música Sacra, atribuído pela Academia de Regensburg e a pós-graduação em Pedagogia Musical para a disciplina de Órgão, atribuída pela Escola Superior de Música de Munique, sob a tutela de Franz Josef Stoiber (órgão), Kunibert Schäfer (direcção coral) e Rudolf Fischer (canto gregoriano).

Entre Setembro de 2000 e Agosto de 2003 exerceu actividade pedagógica, sucessivamente, na Academia de Música Eborense, no Conservatório Regional da Covilhã e na Escola das Artes da Universidade Católica do Porto.

Entre Setembro de 2000 e Setembro de 2006 leccionou Formação Musical e Classes de Conjunto no Conservatório Regional de Castelo Branco. É, desde Setembro de 2002, professor de Órgão no Conservatório de Música de Coimbra.

Em Setembro de 2005 ingressou no corpo docente da Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco, tendo a seu cargo a formação ao nível de Coro, Direcção Coral e Direcção Instrumental.

Tem, também, a seu cargo a direcção musical da Paróquia de S. José Operário, em Castelo Branco.

CONTACTOS

TelemóvelTlm. (+00 351) 966 455 163

Correio electrónicoCorreio: jcomus@hotmail.com

22 Dezembro 2006

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JOSÉ LUÍS BORGES COELHO

A actividade musical de José Luís Borges Coelho, no âmbito da música coral, confunde-se, em larga medida, com a do Coral de Letras da Universidade do Porto, agrupamento repetidas vezes galardoado em festivais competitivos internacionais e agraciado com a Medalha de Mérito Cultural da Secretaria de Estado da Cultura. Dirige-o há 40 anos, desde a sua fundação.

Entre outras Associações corais, dirigiu também o Coro do Círculo Portuense de Ópera, de 1983 a 1994. A música portuguesa ocupa, desde sempre e por princípio, o lugar de relevo nos programas que dirige. Desde logo a da modernidade, mas, também e com frequência crescente, a polifonia dos séculos XVI a XVIII. Teve, assim, a oportunidade de realizar a primeira audição moderna da integral dos Responsórios de Sexta-Feira Santa, de Francisco Martins, em 1996.

José Luís Borges Coelho foi professor de disciplinas relacionadas com voz e a música vocal e coral, designadamente, na Escola Superior de Educação e na Escola Superior de Música do Porto.

21 Março 2007

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JOSÉ MANUEL PINHEIRO

José Manuel Pinheiro nasceu em São Mamede de Infesta, Matosinhos. Frequentou o curso de Engenharia Electrotécnica na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, curso que abandonou para se dedicar exclusivamente à música. Concluiu no Conservatório Nacional o Curso Superior de Composição com elevada classificação, e frequentou no Conservatório de Música do Porto o Curso Superior de Piano e parte do Curso Geral de Violino e Canto. Concluiu com distinção o mestrado em Choral Education (Music Education) na Universidade de Surrey Roehampton - Londres. Na área da música e da pedagogia frequentou, a convite da Yamaha Music Foundation e de outras instituições musicais, cursos em Espanha, Inglaterra, Holanda e Áustria.

A sua actividade dominante incide sobre a pedagogia, educação e animação cultural - musical. Tem orientado por todo o país acções de formação na área da Expressão Musical para professores do Ensino Básico. Lecciona no Conservatório de Música do Porto a disciplina de Acústica Musical e Organologia e no Curso de Música Silva Monteiro a disciplina de Classes de Conjunto - Coro. Trabalhou direcção de coro e orquestra com os maestros Colin Durrant, Denis Dupays, Gregory Roses, Matti Hyökki (Academia Sibelius Finlândia), Mike Brewer (National Youth Choir of Great Britain), Peter Erdei, Ralph Allwood (Eton College - National Youth Choir of Wales) e Wassil Arnaudov.

2004

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JOSÉ ROBERT

Desde muito cedo a actividade musical de José Robert incidiu no estudo e prática da música coral, pois que, simultaneamente com os seus estudos musicais, fez parte activa e regular de vários agrupamentos corais, infantis e juvenis, com especial incidência na polifonia.

Após ter concluído o Curso de Canto Gregoriano, estudou harmonia e composição com o P.e Dr. Manuel Luís, praticou Direcção Coral e Música de Câmara com Viçoso Freire, dirigindo a Schola Cantorum do Seminário Maior Patriarcal dos Olivais durante vários anos.

Foi co-fundador do Coro da Fundação Gulbenkian, onde permaneceu cerca de oito anos. Posteriormente, depois de dirigir o Orfeão Scalabitano, hoje Coro do Círculo Cultural Scalabitano, assumiu a Direcção Artística do Choral Phidellius, cargo que ocupa desde 1971, dirigindo também, desde 1974 como adjunto de Fernando Lopes-Graça, e a partir de 1988 como titular, o Coro da Academia de Amadores de Música, presentemente designado Coro Lopes-Graça da Academia de Amadores de Música.

Frequentou diversos cursos e seminários de Direcção Coral e Orquestral no País e no Estrangeiro. Nomeadamente trabalhou com Pierre Kaelin, Heinz Henning, Arnaudaf, da Bulgária, Herbert Joris e, em Berlim, frequentou o Curso Internacional para Directores de Coros Mistos, sob a orientação de Gertrichmuth, de Leipzig.

Desde 1979, e com regularidade, dedica parte da sua actividade à formação técnica e artística de directores corais, orientando, a convite da Secretaria de Estado da Cultura e de outros organismos oficiais e particulares, como a Escola Superior de Música de Lisboa e Academias de Música, diversos cursos e workshops de direcção coral em várias zonas do País. Com alguma frequência tem sido convidado para membro de Júri de diversos concursos de composição coral e, também, para a direcção de ateliers corais em workshops especializados.

Diplomado com o Curso Superior de Educação pela Arte, do Conservatório Nacional de Lisboa, é, desde 1981, o Director Artístico do Coro da Universidade de Lisboa. Desde Outubro de 1991 desempenha o cargo de professor de Direcção Coral na Academia de Amadores de Música de Lisboa e, a partir de Março de 1997, data da sua fundação, dirige o Coro de Câmara da Universidade de Lisboa.

CONTACTOS

TelemóvelTlm. (+00 351) 934 581 195

08 Janeiro 2009

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LUÍS BRAGANÇA GIL

Luís Bragança Gil nasceu em Paris em 1961. Fez estudos Musicais em Piano (Elisa Lamas), Canto (Luís Madureira/Max Van Egmond), Composição (Constança Capdeville) e Direcção Coral (Francisco D'Orey/Erwin Lizt/Josep Prats). Concluiu a licenciatura em Arquitectura pela Universidade Técnica de Lisboa em 1985. Desde 1981, dirige diversos grupos corais e instrumentais como o Coro da Universidade de Lisboa (Director-adjunto), o Coro da Escola Superior de Belas Artes de Lisboa, o Coro do Instituto Superior de Agronomia, o Grupo Vocal ARSIS, a Camerata Vocal de Torres Vedras ou a Orquestra de Câmara de Torres Vedras. É professor de Música do quadro da Escola de Dança do Conservatório Nacional desde 1991. Foi professor de Expressão Oral e Técnica Vocal na Escola Profissional de Teatro de Cascais de 2000 a 2005. Tem orientado diversos "workshops" e seminários de Direcção Coral, Técnica Vocal e Animação Musical e participado em diversos simpósios internacionais de Arte e Multimédia.

Da sua actividade como compositor destaque-se a obra "Sobre o Vulcão", cantata para 3 solistas, Coro e Ensemble Instrumental, com libreto de Luísa Costa Gomes, que foi estreada nos Encontros ACARTE - Fund. C. Gulbenkian/96. Tem igualmente composto para Teatro, trabalhando com encenadores como Antonino Solmer, Manuel Cintra e Nuno Carinhas para encomenda do Festival 100 Dias/EXPO'98. Em 1999 apresentou o seu primeiro bailado em colaboração com o coreógrafo Didier Chazeau, para Orquestra de Câmara e electrónica espacializada, no âmbito do Estudio Coreográfico'99 da Companhia Nacional de Bailado, bailado que ganhou o prémio "CNB - melhor ideia original". A PORTO 2001 encomendou-lhe duas obras: "Erupção - Suite para catorze instrumentistas e manipulação de imagens" para o REMIX-Ensemble e "Deambulação" para cinco vozes solistas. No âmbito do Teatro-Musical compôs e apresentou ainda em 1999 "Libentíssimo" - Recital satírico de música e poesia - para três cantores, um actor , piano e percussão , numa dramaturgia de Luísa Costa Gomes, no Centro Cultural de Belém, voltando a criar em Março de 2002 o "Libentíssimo 2", com a mesma equipa.

Do seu trabalho de Instalação Musical, refira-se a utilização de tecnologias electroacústicas e/ou interactivas e de espacialização do som, em obras pensadas para espaços concretos ("site specific works") nos seguintes locais: Mãe d'Água/92; Convento dos Cardaes e Galeria Palmira Suso/93; Patriarcal/94 (encomenda 7ª Colina, Lisboa 94); I.M.M.S. - International Multi-Media Symposium Azores/95; ICTM'97, Conferência Internacional sobre Tecnologias e Mediação, Palácio Galveias, Lisboa, 97; Cyber'98 - Criação na Era Digital, Centro Cultural de Belém, Lisboa/98; "Contemplação"-Simpósio Intern. De Arte do Feital/Transforma-Torres Vedras/2000 e "Blind Eagle" - BreadMaters III - Mediating through Art and Bread - West Cork Arts Centre,Skibbereen /Irlanda/2005.

Foi comissário para a selecção musical da música portuguesa do séc. XX e criador da música para o genérico do CD-Rom "Arte Portuguesa do Século XX" produzido pelo Instituto de Arte Contemporânea/Ministério da Cultura em 1998. Foram editados dois discos com música da sua autoria: a cantata "Sobre o Vulcão" - gravação ao vivo dos Concertos de Estreia da obra com interpretação do Meteoros Ensemble, com direcção do Autor (edição Corda Bamba/Autor) - e "Ode ao Vinho" gravação ao vivo dos Concertos de Estreia com interpretação da Camerata Vocal de Torres Vedras, com direcção do Autor (edição C.V.T.V./Autor).

19 Julho 2006

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MANUEL TEIXEIRA FERREIRA

Manuel Teixeira Ferreira iniciou os estudos de direcção de orquestra com o Maestro Silva Pereira, em 1976, ingressando em 1977 na Academia Herbert von Karajan, em Berlim, concluindo o seu curso em Junho de 1980, com a mais elevada classificação. Dirigiu em Portugal inúmeros concertos, com as Orquestras RDP de Lisboa e Porto, Orquestra Gulbenkian, Nova Filarmonia, Sinfónica Portuguesa, Orquestra do Algarve e Orquestra do Norte.

Fundador da Orquestra de Cordas "Pro-Musica", apresentou-se com a mesma em vários Festivais Nacionais e Internacionais: "Festival do Algarve", "Festival Tartini", em Itália e "Semanas Musicais" das cidades de Cáceres e Badajoz. Ainda em Itália dirigiu os "Solistas de Veneza" em três concertos, bem como a Jovem Orquestra da Estremadura, no "Festival Internacional de Múrcia", em Espanha. Em Julho de 2004, apresentou-se na Eslováquia com os "Solistas de Bratislava", com grande êxito. Recentemente foi convidado para assumir a direcção artística da "Orquestra Pedro Álvares Cabral".

27 Março 2005

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MARIA HELENA PIRES DE MATOS

Maria Helena Pires de Matos licenciou-se em Engenharia Química pelo Instituto Superior Técnico e completou o Curso Superior de Piano do Conservatório Nacional de Lisboa.

Dedicou-se ao estudo e ensino do canto gregoriano, tendo trabalhado com vários especialistas nesta matéria, bem como em paleografia musical e história da liturgia.

É professora coordenadora jubilada da Escola Superior de Música de Lisboa, tendo sido presidente do conselho científico e responsável pela cadeira de Canto Gregoriano até final de 2008.

Foi membro da Comissão Instaladora do Instituto Gregoriano de Lisboa de 1978 a 2000.

Leccionou a disciplina de Canto Gregoriano da Licenciatura em Música na Escola de Artes da Universidade Católica do Porto de 2000 a 2003.

Dirige o Coro Gregoriano de Lisboa desde a sua fundação em 1989.

18 Janeiro 2009

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MARIA DO ROSÁRIO CORREIA

Maria do Rosário Correia estudou no Conservatório Nacional de Música de Lisboa, tendo concluído o Curso Geral de Música em Canto, Flauta Transversal, Formação Musical, História da Música e Música de Câmara. Foi durante 6 anos flautista da Orquestra Sinfónica Juvenil de Lisboa; frequentou os cursos de Verão de Música Barroca da Casa de Mateus em Flauta Transversal Barroca com os professores David Reichenberg e Philipe Suzanne; os cursos de Música Ibérica (Portugal e Urgel) em Canto e conjuntos Vocais e Instrumentais com os professores Jordi Albareda e Jordi Savall.

Tem frequentado vários cursos de Direcção Coral, sob a orientação de vários professores (Anton de Beer, Edgar Saramago, Laslo Heltay, Erwín Lizt, Pepe Prats, Martin van Tilburg, John Roos, Ger Hovius e José Robert). Concluiu o curso de Direcção Coral da Academia dos Amadores de Música de Lisboa (duração de 3 anos) e organizou durante seis anos o curso Internacional de Direcção Coral de Sines. Tem trabalhado Pedagogia de Canto com o professor Vianey da Cruz. É professora de Coro, Formação Musical, Flauta e Directora do Coro Universidade Lusíada.

2000

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MÁRIO NASCIMENTO

Mário Nascimento nasceu em S. Mamede de Ribatua (Alto Douro) em 1972. Desde os 11 anos tocou fliscorne na banda filarmónica da sua aldeia e dedicou-se autodidacticamente à direcção coral. Tendo-se licenciado em Engenharia Agrícola e concluído o Mestrado em Recursos Genéticos na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, leccionou Genética nesta universidade.

Em 1997 iniciou o seu percurso musical de forma orientada, tendo estudado Técnicas de Composição com António Cartageno e Eugénio Amorim, Formação Musical com Luís Lopes, direcção coral com Edgar Saramago, Vasco Negreiros, António Lourenço e Martin Schmith, direcção de orquestra com Vasco Pearce Azevedo, e pedagogia musical com Helena Caspurro e Vasco Negreiros.

Em 2003 concluíu a Licenciatura em Ensino de Música (área específica de Teoria e Formação Musical), na Universidade de Aveiro. Dirigiu diversos coros, e cantou no Coral de Letras da Universidade do Porto, dirigido por José Luís Borges Coelho, bem como no Vocal Ensemble, dirigido por Vasco Negreiros. Em 2005 dirigiu a Cantata "S. Agostinho", e em 2007, a Oratória "Fátima, sinal de Esperança para a Humanidade" (obras de António Cartageno).

É professor de Formação Musical e de Classe de Conjunto na Escola de Música do Orfeão de Leiria.

É maestro do Coro Ninfas do Lis, para o qual tem realizado diversas composições e arranjos.

22 Abril 2008

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MIGUEL FARINHA

Natural de Lisboa, onde nasceu em 1973, Miguel Farinha iniciou os estudos musicais de solfejo e iniciação ao teclado com Fernanda Macedo. Ingressou posteriormente na Academia dos Amadores de Música onde frequentou os primeiros graus de Formação Musical. Em 1996, ingressou na Escola de Música do Conservatório Nacional onde frequenta o Curso de Canto na classe de José Carlos Xavier. Tem trabalhado com Gabriela Canavilhas, Luís Pinto e José Maria Pedrosa entre outros.

Concluiu em Setembro de 1998 o II Curso Nacional de Música Sacra - vertente Direcção de Coros, sob orientação de Hubert Velten, director do Instituto Superior de Música Sacra de Regensburg, organizado pelo Serviço Nacional de Música Sacra, com o apoio da Universidade Católica Portuguesa e do Santuário de Fátima, tendo oportunidade de trabalhar Técnica Vocal e Direcção Coral com Hubert Velten e Harmonia com Franz Stoiber. Participou em cursos de aperfeiçoamento de Canto Gregoriano, sob orientação de Johannes Goeschl, na Escola das Artes do Centro Regional do Porto da Universidade Católica Portuguesa.

Integra desde a sua fundação o Coro de Santa Maria de Belém, onde desempenha as funções de Director Adjunto desde Janeiro de 1995, ensaiando naipes e dirigindo o Coro na Missa Paroquial. Como solista, participou em recitais nos Palácios Foz e Galveias e no Museu da Música. Na temporada 2001-2002 da Fundação Gulbenkian, cantou a parte de tenor solista da Missa em Sol m de Vaughan Williams, sob a direcção do maestro Fernando Eldoro, em concertos realizados em Lisboa, Tavira e Viana do Castelo e em La Valleta (Malta). Cantou ainda a Fantasia Coral de Beethoven com a Orquestra do Algarve, sob a direcção do Maestro Cesário Costa. É membro do Coro Gulbenkian desde Outubro de 2000.

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MIGUEL FERNANDES

Natural de Valadares, Miguel Fernandes principiou os estudos em Direcção Musical no Conservatório Regional de Gaia, onde estudou direcção de orquestra com Ivo Cruz e direcção coral com Gerald Kegelmann e Mário Mateus. Estudou também direcção coral com António Vassalo Lourenço, maestro da Filarmonia das Beiras, e direcção de orquestra com Robert Houlihan (Irlanda). Na Royal Academy of Music, Londres, estudou direcção de orquestra com Benjamin Zander (Boston Philarmonic) e direcção coral com Peter Broadbent, Therees Tkach Hibbard e Jo McNally, tendo concluído, em 2002, com a mais elevada classificação concedida o Diploma in Choral Directing (ABRSM). Também em Inglaterra, estudou Análise e Forma na University of Durham e Interpretação na University of York. Ainda em Inglaterra, concluiu, em 2003, o Diploma in Music - Open University, Newcastle, igualmente com elevada classificação. Estuda actualmente direcção de orquestra com Yves Cohen, aluno de Leonard Bernstein, em França. Frequenta, desde 2004, o mestrado em Choral Education na University of Surrey Roehampton, Inglaterra.

Dos prémios obtidos, destacam-se os no âmbito da direcção coral, designadamente o 3º prémio do Festival Internacional de Música para Jovens, em Neerpelt, Bélgica, em 2002 com o Coral de Engenharia da Universidade do Porto, e o Diploma de Bronze do 5th International Choir Competition "Isola del Sole", Grado, Itália, em 2003 com o Coro de Câmara do Orfeão de Valadares. É licenciado em Direito pela Universidade Católica Portuguesa - Porto.

07 Novembro 2005

OLGA VIOLANTE

Olga Violante frequentou o Conservatório Nacional, onde foi discípula de canto de António Garcia, continuando mais tarde o estudo da técnica e da interpretação com Lídia Opienska e J. C. de Vasconcellos. Luís de Freitas Branco e António Eduardo da Costa Ferreira tiveram marcada importância na sua formação musical. Começou em breve a apresentar-se em público.

Ficaram na memória de muitos as suas interpretações de Orfeu de Monteverdi, Elias de Mendelssohn, das Canções Populares de Lopes Graça. No entanto, a actividade de solista só de maneira restrita satisfazia a sua vocação, longe de corresponder ao modo como concebia a função da música e do músico na sociedade. Já o canto gregoriano, assim como a música do Medievo e da Renascença, lhe proporcionavam nesse sentido um campo ideal de acção. Olga Violante passou então a exercer intensa actividade: pertenceu à Sociedade Coral Duarte Lobo e Sociedade Coral de Lisboa. Em 1941 foi um dos membros fundadores do grupo coral Polifonia.

Estudou canto gregoriano sob a direcção do P." Pascal Piriou, de Pierre Carraz, de Manzarraga, e deslocou-se à Suíça, Itália e Bélgica para se aperfeiçoar na interpretação da música antiga com H. Tesseyre, Dom G. Biella e Safford Cape. Fundou e dirigiu vários grupos corais. Interessou-se profundamente por pedagogia e dedicou-se ao ensino. Em 1944, Olga Violante foi nomeada professora do Instituto de Odivelas, em 1957, convidada para a Direcção dos Serviços de Música da M. P. F. e, a partir de 1964, foi-lhe confiada a direcção do Coro Gulbenkian.

Adaptado de biografia inserida no XI Festival Gulbenkian de Música, 1967.

26 Fevereiro 2007

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PAULA COIMBRA

Paula Coimbra concluiu o Curso Geral de Canto no Conservatório de Música do Porto e o Curso Geral de Composição no Conservatório Nacional de Lisboa. É licenciada em Ciências Musicais pela Universidade Nova de Lisboa. Posteriormente à conclusão do Curso Geral de Canto, trabalhou técnica vocal com Helmut Lips, Vianey da Cruz, Maria Repas Gonçalves e Susana Teixeira. Frequentou diversos Cursos de Direcção Coral, dos quais salienta os orientados por Vassil Arnaodov, Edgar Saramago, Anton de Beer e José Robert. Em 1995 e 1996 frequentou os XXXII e XXXIII Cursos Internacionais de Direcção Coral de Lérida (Espanha), tendo trabalhado sob a orientação do maestro Christian Grube (Prof. de Direcção Coral na "Hochschule fur Musik" de Berlin e Director dos Coros - crianças e adultos - da Catedral de Berlim). Em 2001, frequentou o V Curso Internacional de Música Vocal e Direcção Coral de Aveiro tendo trabalhado sob a orientação de António Lourenço e Paulo Lourenço. Cantou em diversos grupos corais amadores, dirigiu um dos grupos corais da Biblioteca Operária de Oeiras e dois coros na Marinha Grande: o Coro do Sport Operário Marinhense e o Coral em Canto.

Trabalhou como assistente do maestro Francisco d´Orey na direcção do Coral dos Estudantes de Letras da Universidade de Coimbra e como assistente de José Robert na direcção do Coro da Universidade de Lisboa. Exerceu actividade docente na Escola de Música Leal da Câmara (Rio de Mouro), na Fundação Musical dos Amigos das Crianças (Lisboa), na Academia de Amadores de Música (Lisboa) e no Centro de Estudos Judiciários (Lisboa). Dirigiu o Grupo Coral de Queluz de 1992 a 2000 e o Coro Cantapiano (Coro do Casa Pia Atlético Clube) de 1996 a 2002.

Fundou o Coro de Pequenos Cantores da Academia de Amadores de Música (AAM) em 1995, tendo com este coro preparado e gravado o CD LOIK (edição da AAM) que inclui mais de 30 canções de compositores portugueses destinadas a coros juvenis, sendo que algumas delas lhe foram especialmente dedicadas. Dirige o Coro da Relação de Lisboa (Corelis) desde 1993, um coro de Pequenos Cantores na Escola Metropolitana de Música de Lisboa (desde Outubro de 2001) e o Grupo Coral da Portela (desde Outubro de 2002). Colabora nas Semanas de Estudos Gregorianos desde 2002 onde lecciona o Curso de Leitura Musical a convite de Idalete Giga.

10 Dezembro 2005

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PAULO BRANDÃO

Paulo Brandão nasceu em Lisboa, em 1950, filho do violoncelista e compositor José Domingos Brandão. Iniciou os estudos musicais aos quatro anos na Fundação Musical dos Amigos das Crianças. Em 1965, frequentou a Academia de Amadores de Música e no ano seguinte o Conservatório Nacional, onde se diplomou em Trompa com Adácio Pestana e em Composição com Artur Santos, Elisa Lamas, Constança Capdeville e Álvaro Salazar.

A partir de 1974, surgem as suas primeiras composições. Frequentou, em 1975, o Seminário de Composição para a Nova Música, em Darmstad. No ano seguinte, ingressou no Grupo de Música Contemporânea de Lisboa. A convite da Fundação Calouste Gulbenkian, participou, em 1983, no Curso Internacional de Dança para Coreógrafos e Compositores Profissionais, em Surrey. Na área da Direcção Coral, iniciou os seus estudos com Francisco D'Orey e Fernando Eldoro. Participou nos cursos organizados pela APEM, com os professores Heinz Henings do Knabenchor Hannover e com os maestros Michel Corboz e Vassili Arnaudov.

Em 1980, frequentou o Seminário Internacional para Directores Corais em Albena, onde trabalhou com Gunter Toring e Anton Rubev. Em 1982, participou no curso Voz Actual, com o maestro Bernard Van Beurden. Em 1984, frequentou o Curso Internacional de Música, em Cervera, tendo trabalhado Direcção Coral com Manuel Cabero e S. Krukovsky e Técnica Vocal com Helmut Lips. Participou em 1987 e 1988, nos cursos de Técnica e Criatividade Vocal para Crianças, com o professor Vitor Flusser.

Em 1978, a sua peça "Colecvisufonia I" foi seleccionada pela Sociedade Internacional de Música Contemporânea para o festival Dias Mundiais da Música, em Helsínquia. Iguais distinções para o mesmo festival com as peças "Estigma", em 1986, em Budapeste e "Acqueous Fire", em 1989, em Amesterdão. Incluem-se no seu catálogo partituras para teatro, cinema e bailado. Na sua colaboração em encenações de Luís Miguel Cintra, compôs as partituras para as obras pessoanas: "Fausto", apresentada no Centro George Pompidou, em Paris e "La Mort du Prince" apresentada no Festival de Avignon.

Em Janeiro de 1993, foi-lhe atribuído o Prémio da Associação Portuguesa de Críticos de Teatro para a melhor música para teatro, referente ao ano de 1992, pela banda sonora das peças "Os Cavaleiros da Távola Redonda" e "Onde está a Música", ambas produções do Teatro da Malaposta. No cinema a sua actividade iniciou-se, em 1977, tendo composto para filmes de Solveig Nordelund, Jorge Silva Melo e Paulo Rocha ("A Ilha dos Amores").

É professor da Classe de Coro do Conservatório Nacional, director artístico do Coral Públia Hortênsia, desde 1973 e do Grupo Vocal Arsis, desde 1989. É membro da Scholla Cantorum "Solemnis", desde 2002. É professor de direcção polifónica nas Semanas Gregorianas que se realizam anualmente por iniciativa do Instituto Ward, também tem participado noutros cursos de direcção coral organizados por instituições interessadas nessa área. Divide a sua actividade entre o ensino, a direcção coral e a composição.

14 Outubro 2004

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PEDRO FIGUEIREDO

Pedro Figueiredo nasceu em Lisboa. Depois de terminar o Curso Geral de Composição no Conservatório Nacional de Lisboa, concluiu o Curso de Composição na Escola Superior de Música de Lisboa onde estudou composição com Constança Capdevilte e com Christopher Bochmann e Eletroacústica com António Sousa Dias. Estudou em Paris com o compositor Emanuel Nunes e concluiu o Curso de Direcção de Orquestra na classe do Maestro lean-Sebastien Béreau conquistando em 2002 a medalha de ouro no concurso de finalistas do Conservatório de Dijon.

Da sua produção musical salientam-se obras como "Germinal", para octeto de sopros e piano; "Wake", para clarinete; "Sondite" para clarinete baixo, contralto e orquestra de câmara. As suas obras têm sido executadas em França, Espanha e Portugal salientando-se a sua presença em Paris, Dijon e no Festival de Música Contemporânea de Dunkerque onde estreou "Ser" para orquestra de cordas.

É fundador da Associação Portuguesa de Compositores e foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian. É coordenador dos cursos da Juventude Musical Portuguesa, Professor de A.T.C, Acústica e Música Contemporânea na Escola de Música N.a Sr.a do Cabo, professor de Análise e Orquestração na Academia Nacional Superior de Orquestra, professor nas classes de Análisse e Técnicas de Composição e Música de Câmara na Escola de Música do Orfeão de Leiria onde também dirige o Coro de Câmara. Em 2002/2003, iniciou os projectos Orquestra A2M - Arquivo da Memória Musical e o Grupo de Música Contemporânea - Ensemble 20/21.

Junho 2004

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PEDRO TEIXEIRA

Pedro Teixeira nasceu em Lisboa. É licenciado em Direcção Coral pela Escola Superior de Música de Lisboa, onde trabalhou com o Maestro Vasco Pearce de Azevedo.

Iniciou os estudos musicais na Academia de Amadores de Música em 1981. Ingressou na Faculdade de Direito de Lisboa em 1990, mas acabou por optar definitivamente pela música em 1995. Interessara-se entretanto pela prática e direcção de música coral, nomeadamente no Coro da Universidade de Lisboa onde se iniciou na direcção, primeiro como ensaiador de naipe e, posteriormente, como assistente do maestro José Robert.

Trabalhou com António Lourenço e Paulo Lourenço no I e II Cursos de Direcção Coral na cidade de Setúbal (Coral Luísa Todi) e com José Robert no XVII e XVIII Cursos Intensivos de Direcção Coral em Torres Novas. Trabalhou com o maestro José Robert durante os quatro anos do Curso de Direcção Coral na Academia de Amadores de Música. Estudou canto na Escola de Música do Conservatório Nacional.

Dirigiu no ano 2000 em Kosice (Eslováquia) um workshop dedicado à música renascentista da Sé de Évora, a convite do Coro Collegium Technicum.

Leccionou Coro na Escola Profissional de Música de Évora.

Foi preparador vocal do Coro de Câmara Ars Nova, dirigido por Francisco d'Orey e é assistente de direcção de José Robert no Coro da Universidade de Lisboa e no Coro de Câmara da Universidade de Lisboa. No Coro Ricercare trabalhou com Paulo Lourenço como maestro adjunto, passando a maestro titular em 2002. É elemento do Coro Gregoriano de Lisboa, no qual é solista. É membro do Coro Gulbenkian.

É director artístico das «Jornadas Internacionais Escola de Música da Sé de Évora», organização de Eboræ Musica, que conta já com nove edições anuais.

Dirige, desde Março de 1997, o Coro Polifónico Eboræ Musica, em Évora, e, desde Setembro de 2000, o Grupo Coral de Queluz. No mesmo ano funda o Officium - grupo vocal, dedicado à interpretação de polifonia portuguesa dos sécs. XVI/XVII, do qual é director artístico. Recebe em 2002 o prémio "The most promising conductor of Tonen 2002" na Holanda, concurso que atribuiu também o 3º prémio a Officium - grupo vocal, nas categorias de Música Sacra e Música Secular.

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18 Janeiro 2008

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PEDRO TELLES

Pedro Telles, natural do Porto, iniciou os estudos de canto no Conservatório de Música do Porto, na classe da professora Fernanda Correia. Como discípulo desta, finalizou o Curso Geral de Canto e o Bacharelato em Canto Teatral. Actualmente, está a frequentar o Mestrado em Psicologia da Música e a concluir a Licenciatura em Canto Teatral. Paralelamente, tem frequentado Cursos de Interpretação e Técnica Vocal ministrados pelos professores Paul von Schillawsky, Ileana Cotrubas, João Paes, Amin Feres, Rudolf Piernay, Charles Hamilton, Charles Spencer, António Salgado e Hilde Zadec.

A reconhecida qualidade que actualmente goza em Portugal como barítono, tem-lhe trazido diversos convites para ser solista em Obras de Oratória e para interpretar várias personagens no campo da ópera. Desde Setembro de 2000, em partilha com Jairo Grossi, dirige o Coro de São Tarcísio.

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PEDRO VASCONCELOS

Pedro Vasconcelos nasceu no Porto em 1956, onde estudou piano com Helena Sá e Costa, entre outros. Integrou vários Coros como o do Círculo Portuense de Ópera e o Orfeão da Madalena (V. N. Gaia), onde desempenhou funções directivas e de ensaiador auxiliar.

Em 1981, fundou o Coro de Câmara de Beja, de que tem sido Director Artístico e que tem dirigido quer em concertos a capella, quer com acompanhamento orquestral (Orquestra de Câmara D. Fernando II e Orquestra de Câmara do Real Theatro de Queluz), este na execução da Missa Alemã, de Schubert, a cantata Alles, was ihr tut, de Buxtehude, o Stabat Mater, de Pergolesi, e outras obras, como por exemplo excertos de O Messias, de Haendel.

Iniciou a realização das Semanas de Música para o Natal, de que é dos principais impulsionadores e que o Coro leva a cabo anualmente em Beja. Coordena a publicação bimestral Da Música, editada pelo Coro de Câmara de Beja, realizou uma série de Programas de Música Clássica na Rádio Pax de Beja, em 1986, e foi colaborador, na área da Música, dos semanários Tempo e Diário do Alentejo.

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RUI FERREIRA

Rui Manuel dos Reis Ferreira iniciou os estudos musicais em Souto, Santa Maria da Feira, tendo prosseguido os estudos de Piano, Violino, Canto, Composição e Saxofone na Academia de Música de Santa Maria da Feira, Academia de Música de São João da Madeira, Conservatório Regional de Gaia e Conservatório de Música de Aveiro. Participou em cursos de Direcção Coral e de Orquestra em Portugal e em Espanha, orientados pelos maestros Edgar Saramago, John Ross, Vianey da Cruz, Lluis Vila, Maite Oca, entre outros. Em 1997, concluiu a Licenciatura em Ensino de Música, na Área de Composição, na Universidade de Aveiro; em 2003, concluiu o Mestrado em Educação Musical orientado pela University of Surrey Roehampton (Londres).

Dirigiu orquestras, orfeões e coros ligados a diversas associações e a escolas de música. Actualmente, é responsável pela direcção artística do Orfeão de Loureiro, do Orfeão de Ovar, da Orquestra de Câmara ARSS, bem como do Coro de Câmara da Escola de Música de Romariz. É, desde 1997, docente de Análise e Técnicas de Composição na Escola Superior de Educação de Coimbra.

01 Maio 2006

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SÉRGIO FONTÃO

Sérgio Fontão iniciou os estudos musicais aos cinco anos, sob a orientação de seu pai. Posteriormente, frequentou a Escola de Música e Bailado de Linda-a-Velha e a Escola de Música do Conservatório Nacional, onde estudou Piano com Dinorah Cruz, Harpa com Fausto Dias, Percussão com Joaquim Galvão e Canto com Filomena Amaro, Liliana Bizineche, Joana de Quinhones-Levy e António Wagner Diniz. Paralelamente, concluiu a Licenciatura em Comunicação Social na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e o Curso de Gestão das Artes no Centro de Formação do Centro Cultural de Belém.

Frequentou cursos de aperfeiçoamento em Canto com Jill Feldman, Marius van Altena, Max von Egmond, Peter Harvey e Tom Krause; em Música de Câmara com Richard Gwilt, Ketil Haugsand, Peter Holtslag, Jonathan Manson e Rainer Zipperling; em Direcção Coral com Luc Guilloré, Tõnu Kaljuste, David Lawrence, Julian Wilkins, Simon Halsey, André Thomas e Frieder Bernius; e em Direcção de Orquestra com Robert Houlihan. Integra o corpo docente dos Cursos de Direcção Coral e Técnica Vocal promovidos pelo INATEL.

Como membro ou director de diversas formações vocais e instrumentais, realizou concertos em Portugal, Espanha, França, Bélgica, Holanda, Reino Unido, Áustria, Itália, Malta, Brasil, Argentina, Uruguai, México, EUA, Canadá, Índia, Japão e China. Participou, também, em espectáculos de ópera e teatro e efectuou gravações para cinema, rádio, televisão e em disco, para as etiquetas Aria Music, Dinemec Classics, EMI Classics, Fnac Music, Milan, Movieplay Classics, Numérica, Philips, Sole mio, Strauss/PortugalSom, Virgin Classics e Virgin Veritas.

Entre os diversos agrupamentos com os quais tem colaborado, contam-se o Coro Gulbenkian, Coro de Câmara de Lisboa, Vozes Alfonsinas, Smoking Voices, Ensemble Barroco do Chiado, Ensemble Orphée et Cotera, Concertus Antiquus, Coro Dom Luís I, Cantus Firmus, Syntagma Musicum, Camerata Vocal de Lisboa e Coro do Teatro Nacional de São Carlos. Actualmente dirige os coros Voces Caelestes, Polyphonia Schola Cantorum, Coral In Vita Musica, Grupo Coral Encontro e Coral Vértice (grupo vocal masculino fundado em 1974 por cantores do Coro Gulbenkian).

Paralelamente ao seu trabalho como intérprete, tem desenvolvido actividade nas áreas do jornalismo, da comunicação institucional, da edição de música impressa e da gestão de projectos e instituições culturais.

MoradaRua dos Lusíadas, 110, 1.º Dto.

1300-374 Lisboa

TelemóvelTel. (00 351) 966 317 847

Correio electrónicoCorreio: sergiofontao@clix.pt

09 Junho 2007

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SÉRGIO CRISÓSTOMO

Nascido em 1978, iniciou os estudos musicais com o seu pai aos 6 anos de idade e, três anos mais tarde também o estudo de violino sob orientação de Jorge Lé. Em 1988, ingressou no Conservatório Nacional na classe de violino de Manuel Gomes, onde com viria a terminar o curso de violino.

Em 2001 foi admitido na Escola Superior de Música de Lisboa onde estudou violino na classe de Gareguin Aroutiounian, com quem concluíu a Licenciatura. Frequentou diversos cursos de direcção coral e vem a aprofundar técnicas de Direcção Coral com João Crisóstomo, José Robert e Vasco Pearce de Azevedo.

Em Agosto de 2000, tomou parte activa como violinista num encontro internacional na Bretanha Francesa onde representou Portugal, juntamente com outros jovens músicos europeus. Deste intercâmbio resultou a gravação de um CD e projectos que viriam a ser apreentados em vários concertos em França, Portugal, Luxemburgo, Espanha, Suíça, Suécia, Holanda, Finlândia e China (Macau).

Realizou já vários trabalhos discográficos de entre os quais se destacam um trabalho nomeado para o "Prémio José Afonso" com o grupo "At-Tambur" (2003) e, recentemente, com o "Stockholm Lisboa Project" (2007).

07 Fevereiro 2008

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TERESITA GUTIERREZ MARQUES

Teresita Gutierrez Marques é licenciada pela Faculdade de Música da Universidade das Filipinas. Em 1972, foi nomeada Professora Assistente daquela Universidade, cargo que ocupou até 1976. Integrada no Coro Madrigal da Universidade das Filipinas, participou em numerosos festivais e competições internacionais, entre 1969 e 1976.

É professora da Classe de Conjunto (Coro) da Escola de Música do Conservatório Nacional desde Janeiro de 1978. Na sua qualidade de professora da Classe de Conjunto do Conservatório Nacional, tem-se empenhado em que, ao longo destes anos, os alunos adquiram um conhecimento do repertório e prática da música coral, através da preparação e apresentação em público do repertório coral-sinfónico "Requiem" (apresentado por sete vezes a convite de várias instituições), "Missa em Sol M", "Vesperae Solennes de Confessore", de Mozart, "Dido e Aeneas" de Henry Purcell, "Missa St. Joannis de Deo" de Joseph Haydn, "St. Nicholas" de Benjamin Britten (gravado para a RTP e apresentado no Dia de Ano Novo de 1986), "Ode to St. Cecilia" de G. Haendel, "Stabat Mater" de Giovanni Pergolesi, "Dixit Dominus" de Carlos Seixas, "Requiem" de Gabriel Fauré, "Credo" de Vivaldi", entre outros, e também repertório coral de outras épocas.

As suas classes de conjunto têm colaborado com algumas Câmaras Municipais (Torres Vedras, Bombarral, Loures, Grândola, Óbidos) e outras instituições como Museu da Música, Mosteiro dos Jerónimos, na realização de concertos, integrados na sua programação anual de actividades culturais.

Em 1984, foi convidada pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros para leccionar nos Cursos de Verão da Universidade da Califórnia, Santa Barbara. É frequentemente chamada a integrar o corpo docente de cursos de direcção coral e técnica vocal.

Em 1995, foi convidada pela Secretaria Regional da Educação e Cultura da Região Autónoma dos Açores para a elaboração e realização do Curso de Técnica Vocal, que teve lugar na cidade de Angra do Heroísmo, integrado no Projecto Formac 95/96 (Formação Contínua de Professores).

Foi convidada pelo INATEL para ministrar o I, II e III Curso de Direcção Coral em 1998, 1999, 2000 e 2002, 2003, 2004 e 2005 que tiveram lugar em Lisboa.

Foi convidada pela APEM (Associação Portuguesa de Educação Musical) para realizar um Curso de Técnica Vocal em Março de 1998.

Em Abril de 2002, foi convidada pela Universidade de Coimbra para participar na conferência sobre "O Ensino da Música na Infância e Juventude".

Na sua qualidade de directora artística do Coro de Câmara de Lisboa, por si fundado em 1978, tem mantido sempre intensa actividade, cujo nível qualitativo tem merecido o aplauso unânime do público e da crítica.

Paralelamente, o Coro de Câmara de Lisboa, sob a sua direcção, tem desenvolvido uma alargada carreira internacional.

A convite de instituições como a Federação Europeia de Coros, a Fundação Calouste Gulbenkian, o Ministério da Cultura, o Ministério dos Negócios Estrangeiros, o Ministério da Cultura de Espanha, Fundação Oriente, Universidade de Roma "La Sapienza", Juventude Musical Italiana, para dar alguns exemplos, o Coro realizou concertos, entre outras cidades, em Madrid, Cuenca, Sevilha, Sória, Vitória (Espanha), Paris, Estrasburgo, Tourcoing (França), Bruxelas, Malines (Bélgica), Roma, Bolzano, Novara, Trento, Turim, Verona, Grosseto (Itália), Bona (Alemanha), Montréal (Canada), Nova Iorque, Sta. Bárbara, San Diego, San José (EUA), Belo Horizonte, Florianópolis, Porto Alegre, Novo Hamburgo (Brasil), Montevideu (Uruguai), Buenos Aires (Argentina), Macau e Amsterdão (Holanda).

As três participações do Coro de Câmara de Lisboa sob a sua direcção, no Concurso Internacional de Coros de Tolosa (Espanha) saldaram-se pela conquista de um 1º e de um 3º prémio na classe de Polifonia, bem como de dois 2ºs prémios na categoria de Música Popular.

Para além das suas apresentações em concerto, o Coro efectuou, em Portugal e no estrangeiro, diversas gravações em disco, para a rádio, televisão e cinema ("Non, ou a Vã Glória de Mandar", de Manoel de Oliveira).

Em Novembro de 2002, o Coro participou na ópera de rua "Crioulo" que teve lugar em Mindelo (Cabo Verde) para a abertura da Assembleia Geral da UCCLA e na Cidade da Praia, em Janeiro de 2003, para comemorar o Dia dos Herois Nacionais de Cabo Verde.

Os seus mais recentes registos discográficos são um CD com obras de Carlos Seixas, gravado com a Orquestra Norueguesa e editado pela Virgin Classics, um CD com canções populares portuguesas, um CD com música coral portuguesa de século XX, um CD com canções de Natal "A Cappella" e um CD "A Cappella" com obras de Eurico Carrapatoso editado pela Numérica e um CD com música sacra setecentista portuguesa intitulada "Na capela do Rei Magnânimo" editado pelo Strauss.

Possui o diploma de Formador desde Agosto de 1998, emitido pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional.

Frequentou, como bolseira do Governo Espanhol, a classe de Polifonia do XXI Curso Internacional de Música de Compostela, sob a direcção de Angel Botia.

Foi convidada pela "Europa Cantat" para dirigir em Nevers (França) um atelier de música coral em Julho de 2000.

É membro da "Mu Phi Epsilon Music Sorority" e da "Phi Kappa Phi International Honor Society".

21 Março 2007

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VASCO NEGREIROS

Vasco Negreiros nasceu em Oeiras, Portugal, em 1965. Aos dez anos, emigrou para o Brasil, onde iniciou estudos de piano. Na UNIRIO (Universidade do Rio de Janeiro), estudou Regência com Hernâni Aguiar, Viola d´Arco com Marie Christine Bessler e Piano com Estela Caldi. Na Escola PROARTE, também no Rio de Janeiro, completou os Cursos de Análise, Teoria e Direcção Coral, sob orientação de Carlos Alberto Figueiredo. Ainda no Brasil, actuou na recolha, partituração e execução, como maestro de coro e de orquestra, de repertório setecentísta deste país, do que resultou o CD Brasil Barroco - Música Mineira do Século XVIII, gravado em 1989.

Na Alemanha, diplomou-se em Regência na Staatliche Hochschule für Musik de Karlsruhe, completando posteriormente Pós-Graduação, também em Regência, na Staatliche Hochschule für Musik und darstellende Kunst, Heidelberg-Mannheim. A partir de 1988, participou em inúmeros cursos de aperfeiçoamento de Direcção, Piano e Viola d´Arco. Desde 1992, é professor de Direcção Coral no Festival Internacional de Música Antigua de Daroca (Espanha).

Para além da actividade de Maestro, desenvolvida na Alemanha, em Espanha, no Brasil e em Portugal, actua também como compositor, tendo diversas obras executadas em Concertos e em Mostras de Música Contemporânea, e ainda como professor e conferencista, nas áreas da Direcção Coral, da Musicologia e da Educação Musical.

Desde 1997, é professor Assistente Convidado da Universidade de Aveiro, onde dirige o Vocal Ensemble, conjunto exclusivamente dedicado à Música Antiga, sendo Coordenador da Área Específica de Teoria e Formação Musical da Licenciatura em Ensino de Música do Departamento de Comunicação e Arte desta universidade.

No momento, trabalha no seu Doutoramento, a respeito do Livro de vários motetes de Frei Manuel Cardoso, sob orientação de João Pedro Oliveira (Aveiro) e Owen Rees (Oxford).

17 Setembro 2007

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VICTOR ROQUE AMARO

Victor Roque Amaro fez os seus estudos musicais no Seminário de Penafirme e no Conservatório de Lisboa, tendo frequentado posteriormente cursos de aperfeiçoamento de canto e direcção de coros e Musicologia em Portugal e Inglaterra (Cambridge, 1995 e 1998 e Canford, 2002). É licenciado em Engenharia Civil pelo Instituto Superior Técnico de Lisboa.

Na sua formação teve particular importância a experiência coral, tendo começado a cantar em coro desde criança tendo integrado nomeadamente a Schola e o Coro Polifónico do Seminário de Penafirme, o Coro Regina Coeli de Lisboa, o Orfeão Académico de Lisboa, o Coro da Universidade de Lisboa, o Coro Gulbenkian e o Coral Vértice. Encetou a Direcção de Coros aos 18 anos, tendo trabalhado com diversos maestros entre os quais Michel Corboz, Cristopher Hogwood, Jordi Savall, António e João Crisóstomo, António Joaquim Lourenço, Fernando Eldoro e Jorge Matta.

A partir de 1978 dedicou-se muito especialmente à música antiga vocal e instrumental tanto nos seus aspectos de insvestigação musicológica como nos de execução em concerto. Nesse contexto participou em diversos cursos e seminários de Música Antiga em Portugal e no estrangeiro.

No despertar do seu interesse pela Musicologia, teve especial importância a assistência a conferências dadas por, entre outros, Rui Nery, Jordi Savall, Philip Thorby, Mark Philips e Ivan Moody.Prosseguiu de forma autodidáctica os estudos nesta área. Em 1984, fundou o Concertus Antiquus - grupo vocal e instrumental igualmente dedicado à Música Antiga e em 1989 o Coro Dom Luís I, por iniciativa do Palácio Nacional da Ajuda integrado no âmbito das suas actividades culturais.Foi director musical do Coral Vértice durante cerca de 20 anos (até 2001).

Dirige habitualmente formações de câmara, em concertos patrocinados por entidades diversas: Fundação Calouste Gulbenkian, Secretaria de Estado da Cultura, Instituto Português das Artes do Espectáculo, Palácio Nacional da Ajuda, de Mafra e mecenas diversos, tendo nesse âmbito, participado em Festivais diversos por todo o País, de que se destacam o Festival dos Capuchos, Algarve, Coimbra, Leiria, Figueira da Foz, Sons da História - Norte, Música nas Pousadas, Palácio Foz-Lisboa e Óbidos.

Dirigiu igualmente concertos em França (Paris-Centro Cultural Gulbenkian e Auditório da Régie Renault) e Inglaterra (Cambridge-Trinity Hall). Desde 1999 é professor convidado de Técnica e Expressividade Vocal no âmbito de acções tuteladas pela AIP, exercendo a sua actividade por todo o País. No âmbito da discografia, destacam-se as gravações com o Coral Vértice (1988), Coro Dom Luis I (1993) e Concertus Antiquus (2000 e 2001).

Nos últimos anos, tem vindo a privilegiar o estudo e a divulgação da Música de Autores Portugueses dos séculos XVI-XVII, nomeadamente na sua variante sacra. Nos concertos procura a reconstituição interpretativa da música antiga tanto no aspecto estilístico musical como na recriação de ambientes sonoros adequados. É adepto da realização de espectáculos de forma integrada, isto é, congregando diversas sensibilidades artísticas, conjugando numa mesma realização a dança, a pintura, a poesia, tendo efectuado diversas realizações desse tipo.

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VIRGÍLIO CASEIRO

Virgílio Caseiro nasceu em Ansião a 8 de Julho de 1948. Possui o Curso Superior de Música (Canto) do Conservatório Nacional de Lisboa, a licenciatura em Ciências Musicais pela Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da Universidade Nova de Lisboa e mestrado em Ciências Musicais, pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Tem especialidades em Musicoterapia, Direcção Coral e de Orquestra.

Entre outros, trabalhou com Mário Sousa Santos, Fernanda Rovira, Mário Mateus, Fernanda Correia, Joana Silva, Rudolph Knohl, João de Freitas Branco, Constança Capdeville, Rui Vieira Nery, Gerard Doderer, Christopher Bochmann, Fernando Eldoro, Pierre von Hawe, Jos Wuytack e Murray Schaefer.

Foi
  • Musicoterapeuta cerca de 10 anos, trabalhando com crianças portadoras de deficiência mental
  • Maestro e co-fundador do Coro de Professores de Coimbra no ano de 1981/82
  • Maestro e fundador da Orquestra de Câmara de Coimbra no início da década de 90
  • Maestro do Orfeon Académico de Coimbra no período de 1982 a 1996
  • Maestro e fundador (1997) do grupo coral masculino Schola Cantorum
  • Maestro da Orquestra da Associação de Antigos Tunos da Universidade de Coimbra, de 1999 a 2003
  • Maestro do Coro do Hospital Pediátrico de Coimbra.

Como musicólogo, tem realizado inúmeras conferências e comunicações, em Portugal e no Estrangeiro, em colaboração com instituições como a Universidade de Coimbra, Universidade de Trás-os-Montes, Universidade de Aveiro, Direcção Geral da Extensão Educativa, Ministério da Educação, Sindicato dos Professores, Associação Portuguesa de Educação Musical, Instituto Politécnico de Coimbra, Leiria, Castelo Branco, Bragança.

Como maestro e cantor tem realizado concertos em Portugal e ainda em países como Espanha, França, Alemanha, Inglaterra, Holanda, Bélgica, Luxemburgo, Dinamarca, Itália, Vaticano, Angola, Canadá, Brasil e Estados Unidos da América. Tem publicados os livros O Orfeon Académico de Coimbra - Das Origens à Actualidade; Novas Canções para Coimbra; Canções Novas para Crianças Novas; Agora vamos cantar!; Manual de Radiomodelismo Automóvel.

É colaborador da imprensa e da rádio regionais. Tem vindo a desenvolver há cerca de 20 anos uma experiência metodológica de Expressão Musical na ACM de Coimbra, com crianças em idade pré e escolar, com o objectivo de investigar o contributo da música no desenvolvimento e amadurecimento cognitivo, afectivo e motor.

Desenvolve actualmente actividade docente na Escola Superior de Educação de Coimbra, onde é Professor Adjunto de nomeação definitiva, tendo à sua responsabilidade a cadeira de Direcção Coral e Instrumental. Desenvolve actividade musical no grupo medieval e renascentista Ars Musicae, desde 1985, onde é Director Artístico, cantor e instrumentista, e no grupo de canção coimbrã Cancioneiro de Coimbra, desde 1982, onde é cantor. Desde 2001 que assumiu a responsabilidade artística da Orquestra de Câmara de Coimbra, sendo também seu Maestro Titular.

Em 2003 foi agraciado com o diploma de Mérito Profissional, entregue pelo Rotary Club de Coimbra. Iniciou em 2003 as funções de Maestro do Coro dos Antigos Orfeonistas da Universidade de Coimbra.

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